Insomnium está gravando novo álbum

Insomnium está gravando novo álbum

Último álbum do Insomnium foi lançado em 2016

Os finlandeses do Insomnium começaram a gravar seu oitavo álbum de estúdio que será lançado ainda em 2019.

“Nós temos uma pilha de ótimas músicas nas nossas mãos e mal podemos esperar para ter tudo isso gravado e finalizado. Eu diria que o álbum será tipicamente Insomnium. Triste e melancólico, mas também temos algumas surpresas. Liricamente as músicas vão girar em torno dos contos e músicas mais sombrias e tristes da Finlândia. Dessa vez estamos realmente indo para o coração obscuro da melancolia finlandesa”.

O último disco da banda foi o Winter’s Gate – que trouxe uma música de 40 minutos- lançado em setembro de 2016.

Swallow The Sun – When A Shadow Is Forced Into The Light

Swallow The Sun – When A Shadow Is Forced Into The Light

Quando uma sobra é forçada à luz. O título do novo álbum do Swallow The Sun é auto-explicativo. Uma viagem densa e melancólica, entre o belo e o desesperador, o triste e o esperançoso, o amor e a morte. A saudade.

Era difícil de imaginar qual direção a banda seguiria após o disco triplo anterior, Songs From The North lançado em 2015 (leia resenha clicando aqui), já que cada disco traz uma sonoridade diferente.

When Shadow Is Forced Into The Light será lançado no dia 25 de janeiro pela Century Media, e foi precedido pelo EP “Lumina Aurea”. Uma música com quase 14 minutos de duração e que tem a participação do Einar Selvik do Wardruna e Marco I. Benevento do The Foreshadowing. A primeira vez que ouvi “Lumina Aurea”, o que se passou na minha cabeça foi “Que porra é essa?”. Sério, são 14 minutos muito atmosféricos e totalmente diferente de qualquer outra coisa que o Swallow The Sun já lançou. Até que resolvi ouvir de uma forma diferente. Deitada, no escuro, e ali entendi quando Juha Raivio, guitarrista e fundador da banda, quis dizer com “Lumina Aurea é uma música que eu nunca queria ter escrito. É um sangramento aberto, uma ferida negra dos últimos dois anos e meio da minha vida […] A maneira como escrevi e gravei foi tão violenta, emocional e fisicamente, que acho que nunca irei falar sobre isso em público”. Realmente, Juha, é um sangramento. Não demorou muito para que ali, no escuro, eu começasse a sentir uma sensação estranha. Um aperto no peito, um soco no estômago. E essas foram só as primeiras sensações.

Todo esse sentimento carregado que o novo trabalho do Swallow The Sun traz tem um motivo: a morte precoce de Aleah Starbridge, parceira de Juha Raivio, vocalista do Trees Of Eternity e que também participou de trabalhos do Swallow The Sun e Amorphis. “Cada palavra e nota que escrevi, escrevi para Aleah e sobre minha própria batalha desde que ela se foi. O título do álbum vem das próprias palavras dela. Isso foi exatamente o que eu precisava fazer. Para me empurrar para fora das sombras.”

SWALLOW THE SUN – When a Shadow is Forced into the Light

O vocalista e guitarrista do Les Discrets, Fursy Teyssier, foi o responsável pela capa do disco, que de acordo com Raivio “É uma guerreira mascarada. Ela cortou as asas negras dos demônios. Ela está no topo de uma pilha de asas negras que sangram ouro na água”.

O álbum começa com a faixa-título – e que já se tornou uma das minhas favoritas da banda, além de ser a mais pesada e desesperadora, além de dar espaço a todo o talento vocal de Mikko Kotamäki. Tem vocal limpo, rasgado,  deep growls. O que será que ele não consegue cantar? Sem contar com a voz de Jaani Peuhu, que traz um contraponto de suavidade belo e melancólico.

“The Crimson Crown” talvez seja a mais ‘leve’ do álbum e tem um ‘Q’ de Anathema , Alcest e Katatonia atual, seguida por “Firelights” e “Upon The Water”, que foram as escolhidas para serem os primeiros singles do disco. Começam calmas, progridem de uma forma emocional, flertam com o Black Metal, e a cada nova audição você descobre algo novo. Uma nova camada de algo.

“Stone Wings”, “Clouds On Your Side” e “Here On The Black Earth” é uma trinca MUITO emotiva, com refrões que nos esmagam. Difícil de dizer se são canções de partir o coração, ou de juntar os pedaços. O álbum fecha com a não menos emotiva “Never Left”.

O fato é que esse álbum traz um STS diferente, principalmente para aqueles que esperavam algo mais lento, pesado, algo mais funeral. Esse é um STS mais melódico, com muitas mais camadas de voz, cordas, teclados, texturas e refrões muito mais pegajosos. São músicas carregadas de vários sentimentos e sensações. São poucos os álbuns de Doom (e estilos derivados) que nos faz, realmente, embarcar numa viagem melancólica, obscura, e ao mesmo tempo recheada de uma sensação boa. É difícil de explicar como um álbum de Doom pode trazer paz, mas é isso que acontece. É como se fosse uma trilha sonora de um momento de libertação. Em When A Shadow Is Forced Into The Light, o Swallow The Sun prova que o amor é mais forte que a morte.

O Doom Metal é onde a tristeza repousa.

Swallow The Sun – When A Shadow Is Forced Into The Light (2019) – Century Media Records
01. “When A Shadow Is Forced Into The Light”
02. “The Crimson Crown”
03. “Firelights”
04. “Upon The Water”
05. “Stone Wings”
06. “Clouds On Your Side”
07. “Here On The Black Earth”
08. “Never Left”

Swallow The Sun

Swallow The Sun é: Jaani Peuhu, Juha Raivio, Mikko Kotamäki, Juuso Raatikainen, Juho Räihä e Matti Honkonen.

Swallow The Sun lançará novo álbum em janeiro

Swallow The Sun lançará novo álbum em janeiro

When a Shadow Is Forced Into The Light é o nome do novo álbum dos finlandeses do Swalow The Sun.

Após lançar o incrível Songs From The North em 2015, leia resenha clicando aqui, a banda lançará o novo trabalho no dia 25 de janeiro pela Century Media Records.

Antes disso, o Swallow The Sun disponibilizará no dia 21 de dezembro o single “Lumina Aurea”, faixa com 14 minutos de duração e que será lançada em vinil de 12”. A música traz a participação de Einar Swlvik do Wadruna e Marco I. Benevento, do The Foreshadowing.

When A Shadow Is Forced Into The Light tracklist:
“When A Shadow Is Forced Into The Light”
“The Crimson Crown”
“Firelights”
“Upon The Water”
“Stone Wings”
“Clouds On Your Side”
“Here On The Black Earth”
“Never Left”

Swallow The Sun

Quão fã de Nightwish você é?

Quão fã de Nightwish você é?

NightwishNightwish se tornou uma das maiores bandas da Finlândia. Mesmo com a troca repentina de vocalistas, eles ainda se mantém no topo do Metal Sinfônico.

E você? Conhece mesmo a carreira do Nightwish? Faça o nosso quiz e descubra!

Qual é o primeiro álbum do Nightwish?
Em que ano a música "Away" foi lançada?
Floor Jansen cantou em quais bandas antes do Nightwish?
Quando Tarja foi desligada do Nightwish?
Antes do Nightwish, Kai Hahto tocou em quais bandas?
Marco Hietala entrou para o Nightwish em que ano e substituindo qual músico?
Em que concurso de talentos o Nightwish participou e que música foi feita especialmente para essa participação?
Sobre o que é a música Dead Boy's Poem?
Quais das músicas abaixo são instrumentais?
Qual destas músicas foi escrita para Marc Brueland, falecido fã da banda, diagnosticado com câncer?
Quão fã de Nightwish você é?
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Wintersun toca música inédita em show

Wintersun toca música inédita em show

Os finlandeses do Wintersun estão em turnê pela América do Norte poderiam vir para o Brasil,  e incluíram no setlist uma música inédita, porém sem revelar o nome da faixa e nem de qual álbum ela pertence. ?

WintersunTeemu Mäntysaari, guitarrista, falou em entrevista ao AntiHero sobre a música: “A gente quer meio que manter um pouco de mistério. Nós apenas vamos tocar e chamar a música de ‘The New Song’ por enquanto. Não estamos dizendo de qual álbum ela é, mas estará disponível assim que esse álbum sair”.

Tudo isso por quê? Porque o Wintersun está há anos prometendo enrolando  lançar o álbum Time II.

WintersunTeemu também falou dos próximos planos da banda: Fazer essa turnê na terra do Tio Sam, hibernar, planejar nova campanha de financiamento coletivo, fazer shows no verão europeu, hibernar de novo. Ou seja…talvez role um álbum novo em 2020? Oremos!

O último álbum deles, The Forest Seasons, foi lançado em 2017 após uma campanha de crowdfunding que arrecadou 464 mil euros,  mais de 2 milhões de reais (!). Provavelmente uma das campanhas mais bem sucedidas no meio da música.

 

Flat Earth: banda formada por ex-integrantes do Him e Amorphis

Flat Earth: banda formada por ex-integrantes do Him e Amorphis

Flat Earth é a mais nova banda vinda da gélida Finlândia, e é formada por dois integrantes do Him, o guitarrista Mikko “Linde” Lindström e o baterista Mika “Gas Lipstick” Karppinen, além do ex-baixista do Amorphis, Niclas Etelävuori, e do vocalista Anttoni “Anthony” Pikkarainen, que também canta no Polanski.

O primeiro álbum da banda, None For One, será lançado no dia 09 de novembro pela Drakkar.

A banda lançou o primeiro single, “Blame”, que você pode ouvir abaixo.

 

Decades World Tour do Nightwish passa por São Paulo em setembro. Confira as melhores faixas do grupo que podem estar (ou não) no setlist!

Decades World Tour do Nightwish passa por São Paulo em setembro. Confira as melhores faixas do grupo que podem estar (ou não) no setlist!

Para muitos fãs do conturbado, porém sempre ótimo grupo finlandês, uma das melhores decisões que Mr. Holopainen tomou nos últimos anos foi lançar o best of Decades e por consequencia a turnê desta compilação, que conta com clássicos absolutos da era de ouro (ou da era de Tarja, como preferir) do Nightwish, entre outros trabalhos mais recentes. A outra melhor decisão foi ter contratador a Floor, obviamente.

Duvido que a essa altura alguém não saiba o que está acontecendo mas para os desavisados: Em menos de um mês o grupo vai desembarcar no Brasil com diversas datas sul-americanas dessa turnê que tem movido céus e terra e enloquecido os fãs mais fervorosos. Exemplo disso é a data em São Paulo no Tom Brasil (28/09) que deu sold out.

A promessa dos shows é trazer os melhores clássicos do grupo interpretados pela belíssima Floor Jansen, que acompanha a banda desde 2013 e conta com um álbum gravado até agora, o Endless Forms Most Beautiful (2015).

E se você, assim como eu, tem feito de Nightwish a sua religião para estar com todas as canções na ponta da língua ou simplesmente quer conhecer um pouco mais do som antigo do grupo, confira as melhores faixas que na minha opinião deveriam constar nesse set list, separadas por álbum

Angels Fall First (1997):

O debut muito amado pelos fãs, a principio não muito bem recebido pela crítica, foi um sucesso de vendas e ganhou Disco de Ouro na Finlândia. O single The Carpenter também alcançou ótimas posições nas paradas finlandesas e ao final do ano, o disco figurava entre os 31 discos mais vendidos no país. Sem contar que rendeu videoclips no minimo curiosos. Deste, destacam-se as faixas:
Elvenpath
The Carpenter
Astral Romance
Angels Fall First
Tutankhamen

 

Oceanborn (1998)

Segundo a biografia oficial do grupo, dores de parto foram sentidas para conceber este que trouxe fama internacional à banda. O mais trabalhoso disco para os jovens músicos de Kitee em termos de gravação. Toda a grandiosidade que encontramos neste material foi conseguida a base do choro. Bom, acho que valeu a pena. A crítica mudou completamente o tom do seu discurso e o trabalho chegou ao quinto lugar nas paradas. Aqui, as obrigatórias são:

Stargazers
Devil & The Dark Deep Ocean
Passion And The Opera
The Pharaoh Sails to Orion
e é claro, Sleeping Sun

 

Wishmaster (2000)

Os anos 2000 trouxeram a maturidade que ainda faltava e o reconhecimento internacional que ja havia começado com o álbum anterior simplesmente explodiu. A turnê Wishmaster World Tour rodou por diversos países e na apresentação de Tampere, na Finlândia, foi gravado o DVD From Wishes To Eternity, material obrigatório na coleção de qualquer fã. Aqui ainda era possivel sentir muita influencia do power metal, principalmente na lírica, porém novos temas como sociedade, relações e assuntos pessoais começaram a surgir, a exemplo de The Kinslayer, que versa sobre o Massacre de Columbine e Dead Boy’s Poem, algo como uma carta escrita pelo próprio Tuomas sobre qual mensagem ele gostaria de deixar caso morresse no dia seguinte. Neste tracklist se atente às:

She Is My Sin
The Kinslayer
Come Cover Me
Wishmaster
Deep Silent Complete
Dead Boy’s Poem
Sleepwalker.

Uma curiosidade sobre Sleepwalker: A canção foi escrita para a participação do grupo no concurso Eurovision (algo como o The Voice atualmente) e a banda entrou nessa apenas por diversão. Eles consideram esta como uma de suas piores faixas entretanto, chegaram à final do concurso e apenas não venceram por uma confusão na computação dos votos. E a música é incrível.

 

Century Child (2002)

Consagração. Nenhum adjetivo poderia melhor definir esta fase. Agora com o baixista e vocalista Marco Hietala, o grupo finalmente encontrou a fórmula perfeita para o sucesso e o Nightwish consolidou sua personalidade, que é adorada até hoje. Desnecessário citar o desempenho nas paradas e premiações que a essa altura somavam dezenas. Confira os destaques:

Bless The Child
Dead To The World
Ever Dream
Slaying The Dreamer
The Phantom Of The Opera
Beauty Of The Beast
Lagoon

 

Once (2004)

O começo do fim. Fama, prêmios, reconhecimento. O Nightwish tinha se tornado um fenômeno na Finlândia e a nível mundial. Uma legião de fãs ao redor do globo enlouquecia com aquela sonoridade tão singular, visceral e poética. Uma pena que diversos fatores contribuíram para o fim disso tudo e o rompimento com a icônica vocalista. Antes disso, a constante evolução do grupo latente no presente disco os levou mais um nível acima e o clip do carro forte Nemo foi o mais pedido na MTV, para muitos (vulgo eu), o primeiro contato com a música da banda, e isso mudou a minha vida. Sem exageros. Não espere nada parecido com o que você ouvi até agora, com as canções:


Dark Chest Of Wonders
Wish I Had An Angel
Planet Hell
Creek Mary’s Blood,
Ghost Love Score
Koulema Tekee Taiteilijan

Sem Nemo? Sim queridos, sem Nemo. A canção pode ser um hit e eu adoro ela, mas está longe de ser uma das melhores do grupo, sorry.

 

Dark Passion Play (2007)

Anette Olzon, ame-a ou deixe-a. Eu lembro até hoje da cara que fiz quando escutei o single “Eva”, anunciado como primeiro trabalho com a nova vocalista. Foi no minimo… chocante. Longe de mim criticar a cantora, ela é uma profissional, mas definitivamente não foi feita para o Nightwish. Por conta disso o relacionamento entre fãs e banda sentiu suas bases tremerem após essa escolha do ecêntrico Mestre Tuomas. De qualquer forma, o trabalho do grupo não perdeu grandeza e com um pouco de esforço todos podemos reconhecer a virtude dele. Mesmo porque agora ficou mais fácil de cantar… haha!

The Poet and the Pendulum
Bye Bye Beautifil
Cadence of Her Last Breath
The Islander
7 Days To The Wolves
Meadows Of Heaven

 

Imaginaerum (2011)

Particularmente nessa época eu parei de acompanhar o Nightwish e voltei apenas quando a Floor assumiu os vocais, mas ao que parece o álbum não deixou de ser um sucesso nas paradas mundo à fora e a banda foi além, lançando um filme homônimo. Mas não dá para deixar de gostar das seguintes faixas (ainda mais agora cantadas pela minha Golem holandesa favorita):

Storytime
Ghost River
I Want My Tears Back
Last Ride Of The Day
Song Of Myself

 

Endless Forms Most Beautiful (2015)

Finalmente o ultimo lançamento do grupo, com Floor no controle dos vocais. Um trabalho que dividiu opiniões. E eu concordo com ambas. Por um lado, muito pouco das habilidades e potência vocal foram exploradas e isso foi um pouco frustrante. Por outro, tivemos o primeiro álbum conceitual do grupo, cujo tema, a evolução da vida e das espécies (algo que considero fascinante!) foi abordado de forma extremamente inteligente e poética, à maneira de Tuomas Holopainen. Ou seja, ficou genial. E em termos gerais, foi mais um grande sucesso. Vale ressaltar a faixa com duração épica de vinte minutos, algo inédito e que resultou numa verdadeira obra prima!

Shudder Before the Beautiful
Yours Is an Empty Hope
Our Decades in the Sun
The Greatest Show on Earth

Ufa! Chegamos ao fim. Quarenta e seis músicas ao todo consideradas por essa repórter como as melhores de uma carreira de mais de vinte anos… Bom, ficou uma média até que ok, certo? E sim, pode parecer egocêntrico da minha parte mas eu adoraria ver um setlist com todas elas. Espero que tenham curtido e se divirtam, cantem ou chorem (ou todas as anteriores) ouvindo essa playlist.

Swallow The Sun – Songs From The North

Swallow The Sun – Songs From The North

Pausa para esse álbum que amo, na verdade, esses álbuns, pois são três!

Songs From The North I, II e III é uma das obras mais belas que surgiu no Doom Metal nos últimos anos, isso porque além de letras fodas pra caralho, cada disco tem uma sonoridade diferente.

Parte I – Melancolia
O primeiro disco é o meu preferido. Arrastado, mas sem perder a melodia, letras profundas, refrões que ficam na cabeça, vocais guturais mesclando com limpos.  “Heartstrings Shattering” (que conta com a participação da ex-vocalista do Trees Of Eternity, Aleah Stanbridge), “Lost & Catatonic” e “From Happiness to Dust” são destaques absolutos.

Parte II – Beleza
Álbum acústico, belo,lento e que mostra a versatilidade do vocalista Mikko Kotamäki, um dos meus cantores preferidos de gutural, mas que mostra que sua voz também tem beleza quando limpa. Amo as músicas “The Heart Of A Cold White Land” e “Pray For The Winds To Come”.

Parte III – Desespero
Funeral Doom daqueles bem maravilhosos. É pesado, leeeeeento, vocais desesperadores. O peso se alterna com passagens mais tranquilas, mas nada que tire aquela sensação de dor ao ouvir. E o Doom Metal é sobre isso mesmo, certo? Minha preferida é “Empire Of Loneliness”.

A banda veio ao Brasil apenas uma vez, em 2014, no extinto (e maravilhoso festival) Overload Music Fest.

O Swallow The Sun teve duas baixas em sua formação após Songs From The North: O tecladista Aleksi Munter e o guitarrista Markus Jämsen.

Swallow The Sun atualmente é:
Mikko Kotamäki – vocal
Juha Raivio – guitarra
Matti Honkonen – baixo
Juuso Raatikainen – bateria

Swallow The Sun