HellArise – Upcoming Chaos

HellArise – Upcoming Chaos

hellarise



Fui convidada pela HellArise a registrar e editar em vídeo o processo de gravação do novo EP da banda. Sim, de vez em quando eu volto às origens de videomaker e até já fiz um videoclipe para o Divine Uncertainty.



Em meio a palhaçadas,  cervejas e sangue, o resultado é esse abaixo 😉

Juliana Rossi interpretando músicas do Nightwish

Juliana Rossi, ex vocalista do Ravenland e atual Sattva Rock, esporadicamente faz pocket shows nas estações de metrô de São Paulo. 
Na última sexta-feira, 02, a cantora interpretou na Estação Paraíso, clássicos dos finlandeses do Nightwish.
Eu sou fã assumida da fase antiga do Nightwish, creio que um dos álbuns que mais ouvi na vida foi o “Wishmaster” (E o “Oceanborn“, e o “Century Child“, enfim rs) e acompanho o trabalho da Juliana desde em que ela tinha uma banda cover de Nightwish, há um tempão atrás.


O show ainda teve participações da Juliana Novo (Crucifixion Br) cantando “Nemo”, Raphael Dantas em “Wish I Had An Angel” e “Beauty and The Beast” e Flávia Mornietari, (HellArise) em “Slaying the Dreamer”, performance essa que você confere no vídeo abaixo.

Juliana Novo, Raphael Dantas, Juliana Rossi e Flávia Mornietari

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A promoção começa dia 03/07 e vai até o dia 14/07 (domingo)
O resultado será divulgado no dia 15/07 (segunda-feira)

Ensaio fotográfico externo;
20 a 30 fotos com tratamento básico, enviadas em DVD por Correios;
O ensaio será feito na cidade de São Paulo;
Pode ter até 2 trocas de figurino;
Caso a pessoa queira um acompanhante no ensaio, também é possível.

Conheça o trabalho da fotógrafa Edi Fortini

Panzer Fest

Panzer
Panzer
Em meio a protestos e uma agenda frenética de shows internacionais de Heavy Metal em São Paulo, a música pesada brasileira ainda luta pelo seu espaço – e muitas vezes o consegue.

Não era muito tarde quando encontrei uma porção de amigos para aproveitar que teríamos um festival com bandas excelentes, para também comemorar o meu aniversário. O Panzer Fest era convidativo: A volta de uma importante banda do cenário nacional após um hiato de 10 anos, lançamento do novo CD do Woslom além de mais 3 bandas, duas delas que eu já tive o prazer de assistir outras vezes, Nervochaos e Command 6.


Pouco tempo depois das 20h, veio ao palco do Cine Joia a banda Forka que mesmo sem baixista (que não pôde se apresentar por ter sofrido um  acidente), fez um excelente show. A banda que lançou nesse ano o álbum “Black Ocean”,  trás um Thrash Metal contemporâneo, com algumas pitadas de Death Metal e vocais que muitas vezes remetem ao MetalCore, porém, quem acha que o Forka é uma banda novata, se engana. Já são 10 anos de carreira e 3 álbuns lançados. 
Ouça a som do Forka clicando aqui

O Nervochaos, já conhecidos da cena de Metal Extremo brasileira, veio na sequência. 
Com mais de 15 anos de carreira e tendo feito shows em diversos países, a banda  traz  um Death Metal rápido, pesado e direto. 
Promovendo seu último álbum (de uma discografia com 6 títulos) “To The Death”, apesar de um show curto, foi tempo o suficiente para varrer músicas que já se tornaram clássicos da banda.
Ouça o som do Nervochaos clicando aqui

Os anfitriões da noite, Panzer, vieram na sequência. 
Depois de quase 10 anos de pausa, a banda retorna as atividades, agora com Rafinha Moreira (ex Reviolence) nos vocais e Rafael DM (Devon) no contrabaixo, além de membros da formação original Edson Grassefi (bateria) e André Pars (guitarra).
Mesclando canções dos álbuns “Inside” (1999) e “The Strongest” (2001) juntamente com o single “Rising” e do EP “Brazilian Threat”, ambos lançados em 2012. Um show cheio de garra, peso e muita, muita agitação. 
Estamos todos ansiosos pelo novo álbum que está em processo de gravação.

Quem frequenta o Menina Headbanger já sabe que o Woslom é uma das minhas bandas preferidas do Heavy Metal Brasileiro.
Aproveitando a oportunidade do Panzer Fest para lançar seu mais novo álbum, “Evolustruction” (que nome difícil! rs) e focando o setlist nesse novo trabalho.
Depois do ótimo “Time to Rise” (que eu falei um pouco nesse post) e uma turnê europeia, o Woslom, claramente influenciados por Metallica antigo, Testament e Megadeth, se mostra ainda melhor no palco. Se você tiver a oportunidade de vê-los em sua cidade, o faça.
Assista o novo videoclipe do Woslom clicando aqui

O Panzer Fest foi fechado pelo Command 6, banda também já conhecida na cena paulistana e que eu já assisti umas 3 ou 4 vezes.
Promovendo o seu segundo álbum, “Black Flag”, é até difícil rotular a música que a banda faz. ‘Pesada, com melodias e de uma forma contemporânea?’. Pouco importa. Wash Rufino tem um voz super versátil e a banda vem se destacando cada vez mais , justamente por fugir de esteriótipos.
O horário do show do Command 6 não foi dos melhores, obrigando muitas pessoas a irem embora antes do término, para que ainda conseguissem usar o transporte público, uma pena, já que a banda sempre faz um ótimo show, enérgico e pesado.

O Panzer Fest foi uma grande festa em prol do cenário da música pesada brasileira.
Boas bandas, num lugar com estrutura profissional, de fácil acesso e a um preço simbólico (cinco reais por banda!). 
Torcer para que aconteça outras edições!
Quem não foi, com certeza perdeu uma grande festa.
Forka no Panzer Fest
Forka

Nervochaos no Panzer Fest
Nervochaos

Panzer
Panzer
Panzer
Panzer

Woslom
Woslom

Woslom no Panzer Fest
Woslom

Texto por: Iza Rodrigues
Fotos por: Evandro Camellini

Infelizmente, não temos fotos do show do Command 6 =/

Show do Legion Of The Damned em São Paulo tem mudança de data e local



O show dos holandeses do Legion Of The Damned agora será no dia 21, SEXTA-FEIRA, no ARENA METAL, região central de São Paulo.

Haverá um meet&greet a partir das 15h para os primeiros 250 fãs que chegarem ao local.
O show da banda de abertura, NERVOSA, começará às 20h.

Arena Metal: Av Rio Branco, 90 – Centro – São Paulo

Legion of the damned no brasil


Protestos: O que os headbangers tem a ver com isso?

Michel Filho/Agência O Globo
Protestos: O que os headbangers tem a ver com isso?
Não conseguiu visualizar? Te ajudo!

Notou o quanto os valores de ingressos pra shows de Metal estão caros?
Os instrumentos musicais e demais aparelhagens são muito mais baratos em outros países?
Que a Virada Cultural em São Paulo não teve palco Rock nesse ano?
Que a Lei Rouanet só concede benefícios a artistas que não precisam?
Que as casas de show tem que pagar uma boa grana ao Ecad, em relação a direitos autorais das músicas executadas e que, misteriosamente, quase nenhum artista recebe o dinheiro que deveria ser transferido para eles?

O Heavy Metal sempre teve seu lado contestador. Sobre política, guerra, dinheiro, religião e etc. Até onde você REALMENTE absorveu as letras de tantos dos nossos hinos?
Sim, você faz parte de uma cultura que SEMPRE correu na contramão. Sempre contestou o errado. Que nunca concordou com a massa, com a mídia. Heavy Metal é e sempre foi assim. E se você discorda, desculpe-me, talvez ainda não tenha entendido todo o universo da música pesada e está dentro de uma cultura que prega ao contrário de tudo que você acredita.

Não se trata de partidarismo. Não se trata somente de aumento de tarifas no transporte. 
Quão melhor nosso país seria se não houvesse corrupção? Se o salário mínimo fosse um valor decente? Se educação, saúde e segurança fossem prioridades? Se os impostos não fossem tantos e tão caros?
Você está satisfeito com o país que tem? Tá cansado de ser taxado de baderneiro, rebelde sem causa, vagabundo, vândalo e afins?  Chegou a hora de começar a dar um basta em tudo isso. Movimente-se!

Por um Brasil sem corrupção, por uma polícia bem treinada, por um salário digno a todas as classes, por bons hospitais públicos, por educação de qualidade, por bandido na cadeia, por fácil acesso a cultura e muito mais. 
O Brasil NÃO É um país pobre. É um país mal comandado e cabe a nós, eu e VOCÊ, exigir de quem está no Governo, melhorias pro lugar onde vivemos.

Não são só R$ 0,20. 
É a SUA vida. O país em que VOCÊ mora. É o dinheiro que sai do SEU bolso. 
Você também faz parte de tudo isso.

Não se satisfaça com pouco. Fiscalize quem está no poder. Exija os seus direitos. Não engula qualquer coisa. Faça sua voz bradar. Recuse/Resista

It’s time to change
It can’t stay the same
Revolution is my name
Pantera

Saiba como protestar nas ruas ou em casa CLICANDO AQUI

Por um país sem corrupção

Lembrou de outras músicas de Heavy Metal com letras de protestos? Deixe nos comentários 😉

Shadowside e SupreMa – 26/05/2013

Dani Nolden, vocalista do Shadowside
Depois de passar 2 meses na Europa excursionando ao lado do Helloween e Gamma Ray, o Shadowside voltou ao Brasil para um grande show em São Paulo, juntamente com a banda SupreMa e em parceira com o WikiMetal. 

Antes do show, as bandas receberam a imprensa para uma coletiva onde o Shadowside falou sobre a turnê europeia e futuros projetos e o SupreMa anunciou seu novo baixista, Fabio Carito, que também toca no Shadowside e no Instincted.

Com cerca de 30 minutos de atraso, o SupreMa  veio ao palco. 
Lançando seu novo trabalho, “Traumatic Scenes”, a banda faz uma mescla entre Power e  Prog Metal. 
O vocalista Pedro Nascimento parecia bastante nervoso e o set contou também com covers de  “Overture 1928” e “Strange Deja Vu” do Dream Theater, com Daniel Santos,  da banda cover de DT Scenes From a Dream, nos teclados.
A apresentação do SupreMa se encerrou com a participação do produtor Heitor Rangel, tocando guitarra na música “Nightmare”.

Tocando diversas músicas do seu último álbum (e muito bem recebido), “Inner Monster Out“, o Shadowside  voltou ainda mais afiado após quase 2 meses em tour pela Europa.

Músicas como “My Disrupted Reality“, “Angel With Horns” e a veloz “Waste Of Life” fizeram o público enlouquecer.
Faixas dos álbuns anteriores “Dare to Dream” e “Theatre of Shadows” também tiveram espaço no setlist com “Highlight“, “Hideaway“, “Baby in the Dark” e um medley de “Vampire Hunter/ Illusions/ We Want a Miracle“.

O show terminou com uma jam entre o Shadowside e o SupreMa, fazendo covers de “Aces High” do Iron Maiden e “Ace of Spades” do Motörhead. Uma verdadeira festa!

Dani Nolden, sem dúvida, é uma das melhores vozes do Metal brasileiro. O Shadowside fez um show perfeito, com som e iluminação impecáveis, que em nada diferenciava a produção de um show estrangeiro e a preço acessível. Porque pouco público? Assunto para um outro texto 😉
Se você tiver a oportunidade de assistir a um show deles, não perca tempo!

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Shadowside e Suprema – 26/05/2013 – Via Marques – São Paulo

Texto por Iza Rodrigues
Fotos cedidas por Henrique Pimentel

Fanpage Oficial do Shadowside | Fanpage Oficial do Suprema

Dani Nolden, vocalista do Shadowside

Fabio Carito, baixista do Shadowside, Suprema e Instincted

Shadowside e SupremaShadowside e Suprema

Douglas Jen, guitarrista do Suprema

Dynahead – Chordata I

Dynahead - Chordata I

 

Em um mercado onde cada dia mais os artistas preferem se basear na repetição, seguindo as últimas tendências ou não abandonando o tradicional, adotar o caminho inverso e explorar novas e diversas direções requer ousadia e criatividade.
 
Após o “Youniverse“, lançado em 2011, álbum conceitual que trata da origem do universo segundo a Cosmologia, os brasilienses do Dynahead lançam agora “Chordata I“.  Mais uma obra conceitual, dividida em duas partes, que aborda o surgimento da vida de acordo com a Biologia.
 
A criação da arte gráfica ficou a cargo de Chris Panatier, um artista americano que utiliza de nanquim e aquarela, conseguindo um resultado belíssimo e que foge dos arquétipos das capas de álbuns das bandas de Heavy Metal.
 
Rotular a música do Dynahead não é uma tarefa fácil e diria que até desnecessária. Dynahead é uma mistura de gêneros, formas, sensações e sentimentos. Esperar que o som deles soe de uma forma pré-definida, X ou Y, é um erro.  E é justamente o não conseguir prever qual será o desenrolar de cada canção que torna o trabalho da banda ainda mais envolvente.
Chordata I” é um emaranhado de influências, cadências e ritmos. Tem seus momentos rápidos e pesados, mas também os melódicos, onde o vocalista Caio Duarte (que também gravou a bateria) explora os vocais limpos bem mais do que nos outros álbuns.

Difícil destacar faixas de um trabalho que você vem ouvindo há tempos e já se apegou a todas elas, ainda mais num álbum tão diversificado. Mas podemos ressaltar a “Abiogenesis”, que  abre o álbum de forma calma, mas logo acelera, as pesadas “Bred Patterns” e “Collective Skin“, a belíssima (e minha preferida) “Growing In Veins” e “Hallowed Engine“, uma canção sinuosa que passeia pelo Doom e Thrash Metal, tem suas partes melódicas e nos surpreende com um samba (!).Dynahead é tudo isso. Diversidade e complexidade. 
Uma viagem onde, para embarcar, você tem de estar despido de qualquer pré-conceito e deixar ser levado para lugares nunca explorados.

A banda fez lyric videos para todas as músicas do álbum. Inusitados, alguns chocantes e outros engraçados, o trabalho audiovisual serve como complemento ao conceito da obra que terá sua segunda parte lançada em março de 2014.

Você pode adquirir o “Chordata I” e baixar os outros CD’S do Dynahead clicando aqui

Formação:

Caio Duarte – Vocal (bateria / teclado)

Diogo Mafra – Guitarra
Pablo Vilela – Guitarra
Diego Teixeira – Baixo

Dynahead – Chordata I

Abiogenesis
Bred Patterns
Collective Skin
Dawn Mirrored in Me
Echoes of the Waves
Foster
Growing in Veins
Hallowed Engine
Inevitable

Site Oficial |  FanPage


 
Dynahead - Chordata I
Dynahead - Antigen, Youniverse e Chordata
Minha pequena coleção 😉
Dynahead - Antigen
Camiseta cinza…Quem não tem uma? 😉

Accept – São Paulo – 06/04/2013 – Carioca Club

Show do Accept em S]ao Paulo, 2013

Sabe aquela tristeza que bate quando você sabe que vai perder um show de uma banda querida? Eu estava imersa nessa tristeza, pois sabia que ia perder o show do Accept. Até que dona Lady Cadaverius, do blog Make Up For Girls Of Rock N’ Roll me deu de presente ingressos para o show, já que ela não poderia ir. Imagina a minha felicidade? =D
Show do Accept em S]ao Paulo, 2013
Quase não consegui chegar ao show devido à paralisação das linhas de trem em São Paulo e o enorme congestionamento que se formou no meu bairro e arredores devido a isso. O trajeto que eu levaria 50 minutos foi feito em 3 horas. Seria azar demais ganhar o ingresso e não conseguir ir, né?

Deixo aqui registrado o quão tranquila foi a entrada. A produtora responsável, 8×8 Live, utiliza de leitores ópticos para validar o código de barras dos ingressos. Mesmo com a fila dobrando o quarteirão, eu consegui entrar na casa em 10 minutos. Fica a dica para as produtoras que fazem o público pegar duas filas: Uma para trocar ingressos e outra para entrar na casa.

Houve uma mudança de local dias antes do show, da casa A Seringueira para o Carioca Club, que anda recebendo diversas bandas de música pesada e creio que a escolha do novo local calhou bem. O Carioca Club ficou lindamente cheio!

Com cerca de meia hora de atraso, começava a realização de um sonho: Assistir um show do Accept. Quem não gosta de ver bandas que ajudaram a escrever a história do Heavy Metal, não é verdade?

No Brasil pela segunda vez, agora divulgando o novo álbum “Stalingrad“, o Accept fez um show digno de ser chamado de “aula”. Alegres e fazendo o público cantar e pular a todo tempo. Wolf Hoffmann é um dos guitarristas mais felizes que eu já vi em ação. E o vocalista Mark Tornillo

Com um setlist equilibrado, mesclando novas canções (que o público mostrou conhecer bem) e os clássicos que consagraram a banda, dali da pista, no meio da muvuca, do suor escorrendo, dos olhos com lágrimas que vi em alguns e dos sorrisos cheios de satisfação dava pra sentir bem o quanto valeu a pena ter ido assistir os alemães. Pude ver vários amigos se abraçando, pulando junto, banhando-se em cerveja e felicidade. Ficando roucos a cada coro. A cada refrão de “Princess of the Dawn” ou “Fast as a Shark“.

Voltaram para um bis ainda mais energizante: “MetalHeart”, “Teutonic Terror” e “Balls to the Wall”. Impossível ficar parado. Aliás, quem estava na pista com aquele mar de gente pulando de forma ensandecida, deve ter sentido bem o chão de madeira do Carioca Club oscilar.

Porque show bom é aquele que descabela. Que faz a maquiagem derreter. Que deixa o pescoço doendo pelos próximos 3 dias e  um zuuummm nos ouvidos.

Accept – 06/04/2013 – Carioca Club – São Paulo/SP
Hung, Drawn and Quartered
Hellfire
Restless and Wild
Losers and Winners
Stalingrad
Breaker
Bucket Full of Hate
Monsterman
Shadow Soldiers
Neon Nights
Bulletproof
Aiming High
Princess of the Dawn
Up to the Limit
No Shelter
Pandemic
Fast as a Shark

Metal Heart
Teutonic Terror
Balls to the Wall

Accept:

Mark Tornillo (vocal)
Wolf Hoffmann (guitarra)
Herman Frank (guitarra) 
Peter Baltes (baixo) 
Stefan Schwarzmann (bateria)

Texto por Iza Rodrigues | Fotos  por Henrique Pimentel

Show do Accept em S]ao Paulo, 2013

Show do Accept em S]ao Paulo, 2013


Show do Accept em S]ao Paulo, 2013


Show do Accept em S]ao Paulo, 2013


Show do Accept em S]ao Paulo, 2013

Show do Accept em São Paulo, 2013