DEATHSTARS É MAIS UMA ATRAÇÃO MUSICAL CONFIRMADA PARA A HORROR EXPO 2019

DEATHSTARS É MAIS UMA ATRAÇÃO MUSICAL CONFIRMADA PARA A HORROR EXPO 2019

Press release

Deathstars, banda sueca que há duas décadas se mantém entre as principais do gênero gothic/industrial da Europa, tendo excursionado o mundo ao lado de nomes como Rammstein e Korn, é a mais nova atração musical confirmada para a HORROR EXPO 2019. O maior evento focado na cultura do horror já realizado na América Latina, abrangendo cinema, TV, streaming, games, literatura, música e cultura pop, acontece entre os dias 18 a 20 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.

O quinteto, atualmente composto por Andreas “Whiplasher Bernadotte” Bergh (vocal), Emil “Nightmare Industries” Nödtveidt (guitarra e teclado), Eric “Cat Casino” Bäckman (guitarra), Jonas “Skinny Disco” Kangur (baixo) e Marcus Johansson (bateria), retorna ao Brasil após quase dez anos e encerra um ciclo de grandes apresentações em 2019, que inclui os festivais Graspop (Bélgica), Wacken Open Air (Alemanha) e M’era Luna (Alemanha).

Pausa nas atividades e mudança de formação

Após a turnê do álbum “The Perfect Cult” (2014, Nuclear Blast Records), o Deathstars optou por dar uma pausa nas atividades, que perdurou até os primeiros meses de 2019, quando a banda iniciou a preparação das músicas para seu quinto trabalho de estúdio, ainda sem título e com lançamento previsto para 2020. Com isso, decidiram retornar aos palcos para apresentações seletas e anunciaram a volta do guitarrista Cat Casino, integrante entre os anos de 2006 e 2013, e a entrada do baterista Marcus Johansson, que passa a ocupar o posto de Oscar “Vice” Leander.

O quinteto está a postos para retomar toda a atmosfera sombria, som envolvente, teorias da conspiração e planos de conquista mundial que fizeram do Deathstars uma das bandas cativantes dos anos 2000!

Deathstars na Horror Expo 2019

O Deathstars será a atração musical principal da sexta-feira, 18 de outubro, primeiro dia da HORROR EXPO 2019, com show de aproximadamente 90 minutos de duração com início programado para as 20h. A banda também fará outras atividades no evento, em especial no estande da Nuclear Blast Records, que serão anunciadas posteriormente.

Atrações confirmadas para a Horror Expo 2019

HORROR EXPO 2019 será uma experiência completa para o amante do gênero horror/terror, contando, além das atrações musicais que incluem a banda Therion (20/10 às 20h) e a Orquestra de Metais da Banda Marcial de Cubatão (19/10 às 15h, com releituras para trilhas sonoras de filmes e séries exclusivamente de horror), a presença de personalidades do Brasil e exterior, grandes marcas expositoras e experiências exclusivas.

Entre os convidados internacionais, já foram confirmados o cineasta Mick Garris, parceiro de longa data de Steven Spielberg, Stephen King e Michael Jackson, que dirigiu e/ou escreveu grandes clássicos do horror/terror para cinema e TV; o artista Derek Riggs, mundialmente conhecido por ser responsável por muitas das capas clássicas de álbuns dos britânicos do Iron Maiden e a criação de “Eddie”, mascote que acompanha a arte da banda desde os seus primórdios até os dias de hoje; a atriz Naomi Grossman, que viveu a personagem Pepper em “American Horror Story: Asylum” e “American Horror Story: Freak Show” e retornou no papel de Samantha Crowe em “American Horror Story: Apocalypse”; e o ator Mark Sheppard, mundialmente conhecido por viver o personagem Crowley por oito temporadas seguidas da série de sucesso Supernatual, além de participar em outras produções como “Arquivo X”, “Battlestar Galactica”, “Star Trek: Voyager”, “Doctor Who”, “CSI”, “CSI: NY”, “24 Horas”, “White Collar”, “Firefly”, “Chuck”, “MacGyver” e “Doom Patrol”.

E entretenimento não vai faltar na HORROR EXPO 2019! Entre a lista de experiências, inclusas no valor do ingresso, já foram anunciadas tradicionais atrações como o Castelo dos Horrores e Cemitério, ambas desenvolvidas pela Indiana Mystery (empresa que atuou em grandes parques como Playcenter, Hopi Hari e Beto Carrero World); um assustador Hospital Abandonado, ativação temática que será oferecida pela Prevent Senior e rede hospitalar Sancta Maggiore, patrocinadores do evento; um Trem Fantasma em Realidade Virtual, exclusivamente desenvolvido para a HORROR EXPO pelo Esconderijo Criativo e Mundo360; e o fantástico Museu dos Monstros, acervo do cineasta Rodrigo Aragão que engloba cenários e personagens dos filmes “Mangue Negro” (2008), “A Noite do Chupacabras” (2011), “Mar Negro” (2013), “As Fábulas Negras” (2015), “A Mata Negra” (2017) e o novíssimo “O Cemitério das Almas Perdidas”, que tem previsão de lançamento para este ano. Também foi desenvolvida uma área com mais de 1000 m² batizada como Horror Artists’ Pavilion, que reunirá ilustradores, autores, quadrinistas e escultores.

Os ingressos da HORROR EXPO 2019 já estão disponíveis em seu terceiro lote, com valores a partir de R$ 170,00, com entradas por dia, passaportes para os três dias de evento e opções de ingressos VIP, que dão diversas vantagens para o comprador. Qualquer visitante que adquira o ingresso inteiro comum ou passaporte inteiro comum, pode adquirir sua entrada com 50% de desconto com o Ingresso Solidário Horror Expo, mediante a doação de 1 kg de ração para cães ou gatos, que deve ser entregue no dia do evento. Toda a venda de ingressos da HORROR EXPO 2019 é operada pela Eventbrite e está disponível para comercialização pelo site oficial do evento, horrorexpo.com.br.

SERVIÇO HORROR EXPO 2019:
Datas: 18, 19 e 20 de outubro de 2019
Horário: das 12h às 22h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo/SP, CEP: 02055-000

Ingressos:
Ingresso individual por dia:
3º Lote: a partir de R$ 170,00 (entrada solidária e meia-entrada)

Passaporte individual para os três dias do evento:
3º Lote: valor promocional a partir de R$ 484,50 (entrada solidária e meia-entrada)

Ingressos VIP:
VIP Platinum: R$ 1.000,00 (por dia) ou R$ 2.700,00 (três dias)
VIP Gold: R$ 700,00 (por dia) ou R$ 1.890,00 (três dias)
VIP Silver: R$ 500,00 (por dia) ou R$ 1.350,00 (três dias)

Para saber mais detalhes sobre cada formato de ingresso, assim como opções de pagamento e parcelamento, acesse: horrorexpo.com.br/ingressos/

Within Temptation – Resist

Within Temptation – Resist

Saindo de contos sobre a mãe terra e rainhas de gelo para cenários futuristas e pós apocalipticos, os holandeses do Within Temptation não cansam de inovar e surpreender (positivamente, ao menos para mim) os fãs!

Não é incomum constatar que boa parte das bandas do estilo (cuja rotulação é bem confusa, mas costumo chamar de Female Fronted) mudaram de pelo menos um pouco a quase que completamente sua sonoridade nos ultimos tempos, entre elas podemos citar Epica, Nightwish, Lacuna Coil e Delain.

Sem dar ouvidos às viuvas da pegada “medieval” e “clássica”, que condenam os grupos por terem abandonado ou mudado essas características, eu nunca realmente me decepcionei com essas mudanças. Digamos que quando eu era mais nova foi um choque constatar que as minhas bandas do coração estavam mudando, o que hoje eu entendo por evolução.

Eu pensei “Oh não! O que eu vou ouvir agora que me faça sentir uma princesa gótica trancada na janela mais alta da torre mais alta, cercada por bruxas, duendes e dragões a espera do meu principe encantando cabeludo de unhas pretas e delineador?!” Mas felizmente, a maturidade veio e eu entendi que mudanças fazem parte da vida. E mudanças com virtuose incontestável são mais do que bem vindas. Então se você chora porque o Within Temptation cansou faz tempo de repetir as mesmas fórmulas de Enter e Mother Earth, pega seu lencinho bordado, seque suas lagrimas de sangue e tchau! Ufa! Que alívio. Agora vamos à obra propriamente dita.

Resist é o sétimo álbum do WT e é muito interessante observar a evolução dos assuntos abordados na lírica, junto ao constante aprimoramento e experimentação do som e até mesmo como o visual mudou junto com tudo isso. Parece repetitivo dizer, mas nenhuma palavra descreveria melhor do que “evolução” no sentido literal.

Desde Hydra, o grupo ja dava sinais que se voltava para temas futuristas, preocupações com meio ambiente e sociedade, temas pós apocaliticos e afins. Em Resist, isso está escancarado.

The Reckoning foi a primeira música a ser solta e não me decepcionou em nada, uma das minhas prediletas, conta com a participação do vocalista do Papa Roach, Jacoby Shaddix. Uma faixa pesada, com linhas de guitarra de grande presença. Raise Your Banner, com participação especial também, lançada na sequencia e praticamente irmã da primeira, trouxe vocais mais operísticos de Sharon em algumas passagens para quem estava com saudades. Anders Friden do In Flames faz par com a vocalista nessa peça ótima.

E por falar em participações, eles tem apostado muito nisso e com muita variedade visto  que em Hydra, o rapper Xzibit deu uma palinha em And We Run. E por falar em “rap”, parece que esse feat. deixou Sharon inspirada a ponto de gravar o seu próprio em Holy Ground, bem experimental com uma fórmula que funcionou muito! Haters gonna hate!

Ainda sobre experimentalismos, temos Firelight, uma lenta incrível e muito ambientada, algo que me lembrou muito The Weeknd com guitarras pesadas. Outras que merecem destaque são In Vain, com uma agradável e melancólica melodia, assim como Mercy Mirror.

Na versão Deluxe, os mais empolgados vão encontrar as versões instrumentais de todas as faixas para cantarolar e postar no YouTube, ou simplesmente apreciar.

Infelizmente ainda não rolou nenhum anúncio de tour por aqui, enquanto isso, deixo vocês com os mais novos clipes! Ou seriam superproduções? :p

Within Temptation é:

Sharon den Adel – vocal
Ruud Jolie – guitarra
Stefan Helleblad – guitarra
Martijn Westerholt – teclado
Mike Coolen – bateria
Robert Westerholt – guitarra estúdio

Inherence – Dogma

Inherence – Dogma

Rápido, quebrado e brutal.  Essa é a proposta sonora dos paulistas do Inherence, banda formada em 2016 e que lançou seu primeiro álbum, Dogma, em 2018. E devo dizer logo, que puta álbum!

É um pouco difícil hoje em dia encontrar uma fórmula que soe realmente original e ao mesmo tempo fundamentada em determinados subgêneros sem parecer uma cópia pirata e piorada dos seus ídolos. Definitivamente, a banda conseguiu se colocar acima desse patamar e além. Para uma estreia, a qualidade espanta, bem como a violência das canções. Ou seria melhor dizer, hinos do apocalipse??

Pode-se dizer que em Dogma, o Inherence pegou o que tem de melhor e mais brutal de dois mundos: O mundo dos “Core” e o mundo do “Death/Thrash Metal”. Muitos breakdowns, porém bem dosados, mesclados com ataques violentos de bateria e baixo e uma riqueza de riffs mais fluidos que hora te fazem flutuar acima das linhas da base e da voz só para te massacrarem no chão em seguida.

E o que dizer do estilo vocal? Pelo menos para mim, esse é um fator determinante para a glória ou a desgraça de um álbum e até mesmo de uma banda. Mas no caso de Thiago Castor, foi amor a primeira ouvida, bem como todo o resto. O que me deixa bem curiosa para ouvir o som deles ao vivo.

The Chosen One, que abre o tracklist, cai na sua cabeça com uma avalanche de riffs, pedais duplos e uma cadência incrivelmente pesada. Se tivesse que escolher uma favorita, certamente seria essa. Self Trepanation vem na mesma pegada, e aos que procurarem por algo de Slayer encontrarão em Art Of Killing. Dystopia merece destaque para sua melodia esmagadora e outra favorita foi Slavery Design, que quebradeira incrível, meus amigos.

E por fim, se ao término do disco você não sentir uma vontade incontrolável de se perder num mosh, você ouviu errado!

O Inherence é:

Thiago Castor – vocais
Marcelo Liam – guitarra
B2 – baixo          
João Limeira – bateria

Melhores shows e lançamentos de 2018 (e expectativas para 2019): Por Thamy

Melhores shows e lançamentos de 2018 (e expectativas para 2019): Por Thamy

“Adeeeus ano veelho, Feliiiz aano noovo” … Ops, não era bem assim que esse post deveria começar mas também não estava afim de começar como todo mundo começa uma retrospectiva: carregada daquela nostalgia alegre que beira o ridículo e aquela expectativa patética e sempre positiva sobre o que aguardar do futuro… argh!, deuzebul me livre… Então, talvez esse post tenha começado com a mesma atitude a qual estou começando meu ano: No caminho contrário ao que todo mundo faz e absolutamente sem saco para enrolações e floreios.

Mesmo porque não desejo criar expectativas de uma lista enorme e rebuscada sobre lançamentos e shows que não me interessam ou não me despertaram um mínimo sentimento. Chega uma fase na vida que a gente cansa de engolir tudo o que tentam nos meter guela a baixo, seja na música, seja na mídia, esteja você do lado do público ou do lado de quem cria conteúdo. Chega uma hora que você olha pra tudo e pensa “f*da-se essa m*rda”. E para mim esse discurso tem tudo a ver com esse post então vamos lá! Aos interessados segue uma pequena amostra dos álbuns e shows que mais me cativaram em 2018 e quais minhas expectativas para 2019.

Melhores álbuns de 2018

  • Vicious – Halestorm


Lzzy Hale e companhia limitada não poderiam ter escolhido melhor título para esse trabalho que é nada menos do que viciante mesmo. É aquele tipo de CD que não dá vontade de pular uma música (e esse é o meu parâmetro para considerar um álbum como f*da). Digo sem medo de errar que esse é o melhor da carreira deles até agora.

Parabéns seus danados!

 

 

 

 

 

  • Downfall Of Mankind – Nervosa

Parece que as meninas do Nervosa acharam sua fórmula afinal pois esse play está BRUTAL (óia até rimou). Fernanda Lira impressiona com um feroz vocal incansável e impecável acompanhada de perto por um instrumental muito consistente. Girl Power pra cacete, sem mais! Engulam essa!

 

  • Grimmest Hits – Black Label Society

Não se engane por essa capa sem graça e nem pelo nome que mais parece de compilação. Quem é vivo sempre volta para gravar disco e o tiozão mais em forma do Metal, a.k.a. Zakk Wylde, conseguiu pegar o fio da meada novamente porque aqui a essência do BLS até escorre pelo fone… com um toquinho de Black Sabbath para os mais atentos.

 Ô lá em casa!

 

 

 

 

 

 

 

  • I Loved You At Your Darkest – Behemoth

Saindo de uma capa ruim para uma verdadeira obra de arte, o conteúdo do novo Behemoth não fica atrás. A lírica é quase poesia para os hereges de plantão e Nergal parece mais em forma do que nunca, coisa que também pode ser dita da cozinha dos poloneses, sempre tão característica. Tudo muito inspirado, cada faixa trás riffs interessantíssimos, que ainda que um pouco “abafados” em alguns momentos pela base e pelos vocais, fazem bem seu papel durante as músicas. E que músicas! Hail!!

 

Melhores Shows de 2018

 

  • Moonspell em São Paulo, Carioca Club

Afinal não é todo dia que você fica cara a cara com o vocalista de uma das suas bandas favoritas no meio da pista cantando Alma Mater no mais inominável furdunço , não é mesmo?

 

 

 

  • Nightwish e Delain em SP, Tom Brasil

Se a comemoração de vinte anos de banda com clássicos revisitados e há muito não tocados não fazem da Decades World Tour um dos melhores shows do ano, eu não sei o que pode fazer… Ah! Sem esquecer do bônus com o Delain!

 

  • Tarja Turunen em SP, Tom Brasil

Se tratando da Diva não se fazem necessárias muitas explicações, mas é preciso dizer que como o vinho, quanto mais madura melhor ela fica! E melhores shows trás para nós também. Um dos mais inspirados e intensos do ano, sem dúvida.

 

  • Ozzy Osbourne, em SP – Allianz Park

Primeiro, o Zakk estava lá. Segundo, o Ozzy mostrou a bunda. Só isso já valeu pela noite toda, mas seria injusto não dizer que musicalmente falando o véio ainda dá aula, apesar das limitações vocais da idade, o estádio cheio e vibrante não deixou dúvidas que o comedor de morcegos ainda agita muito!

 

Hora de virar a página e contar para vocês o que mais espero desse novo ano, começando pelos Álbuns Mais Esperados de 2019:

  • Resist – Within Temptation

WT é desde sempre uma das minhas bandas favoritas e mesmo mudando completamente de sonoridade continua sendo. Muito curiosa para saber como vão abordar essa temática pós apocalíptica. Os holandeses já lançaram três músicas com seus respectivos clipes e/ou lyric videos, The Reckoning, Raise You Banner e In Vain (lançada terça, 14). Lançamento em 01 de fevereiro.

 

  • Hunter’s Moon – Delain

Moonbathers, trabalho antecessor do Delain, será difícil de superar porque até aqui é sem dúvida o melhor álbum do grupo e isso me deixa bastante curiosa sobre o que o grupo conseguiu produzir no novo disco. Já temos um clipe e música novos também, Masters Of Destiny… uma faixa bem interessante! Lançamento em 22 de fevereiro.

 

  • The Door To Doom – Candlemass

Joahn Langquist, vocalista que gravou o icônico debut Epicus Doomicus Metallicus está de volta! Preciso de mais motivos?! O cara tá arregaçando! Confiram por si mesmos com as novas Astorolus – The Great Octopus e The Omega Circle. Lançamento em 22 de fevereiro.

E por fim, os shows mais esperados por esta que vos escreve! Vem ni mim, 2019!

 

 

 

Sim gente… por enquanto é só esses dois mesmo, acho que tô ficando velha…

 

 

Mas se você ainda tem a disposição de um garotão ou uma moçoila de dezoito anos, confira a nossa agenda super atualizada e não perca nenhuma data 😉

Clica aqui: http://meninaheadbanger.com.br/agenda-de-shows/ 

E vocês? Contem para a gente quais suas melhores lembranças de 2018 e expectativas para 2019 (sobre música, tá?). E em breve tem post da Iza por aqui também!

Within Temptation lança single inédito após quatro anos

Within Temptation lança single inédito após quatro anos

Os holandeses do Within Temptation finalmente trouxeram novidades para os fãs após quatro anos do último trabalho de inéditas, Hydra (2014). O single The Reckoning, foi lançado nesta sexta feira, 14, e é faixa componente do próximo álbum a ser lançado no dia 14 de dezembro deste ano, intitulado Resist. A música já está nas plataformas de stream e também conta com um lyric video, que está no final da matéria.

Para o single, a banda apostou numa faixa interessante que segue a mesma linha sonora de The Unforgivin e Hydra, muito diferente de seus antecessores, que trilhavam os caminhos do Symphonic Metal. Atualmente a banda se intitula como um Rock Sinfônico, muito mais para Rock do que “Sinfônico” na verdade, e eu diria que o que ainda preserva a essência do grupo são os vocais doces de Sharon den Adel, que apesar de ter abandonado alguns elementos líricos (ao menos até aqui), evoluíram bastante com o passar do tempo e forjaram a sonoridade do Within Temptation tal como é hoje.

O single conta com Jacoby Shaddix, vocalista do Papa Roach, e prova que o pessoal não cansa de inovar no quesito participações especiais, vide a presença do rapper Xzibit em Hydra. A faixa não mostra todo o poder de fogo do grupo mas é bem agradável, bem construída, possui alguns elementos muito bacanas e para mim, que sou fã de carteirinha, não decepcionou! Muitos fãs deixam de acompanhar quando suas bandas favoritas mudam muito seu tipo de som, mas pelo que percebo, a base de fãs do WT continua forte e muito satisfeita com o que eles tem apresentado.

Sobre Resist, além da faixa lançada, a capa nos remete muito ao futurismo, então acho que podemos esperar bastante deste tema!

A evolução deles até aqui tem sido muito criativa e se adaptado bem à essa leva mais moderna de Rock e Metal sem deixar de serem “eles mesmos”, o que particularmente acho ótimo. É preferível inovar do que insistir em um caminho que não faz mais sentido para os músicos. E o Within tem feito isso com maestria.

Confira o novo som!

De quebra, a banda anunciou uma série de datas para a tour européia, muitas com sold out. Eu escutei América do Sul?? Dedos cruzados!

 

Estamos no Heavy Talk!!

Estamos no Heavy Talk!!

Nesta semana, no dia 6 para ser exata, comemora-se o Dia Mundial pela Igualdade Feminina. O que muitos consideram como frescura ou mimimi, certamente não o é para quem sofre com desrespeito e abusos quase diariamente. Isso existe em todas as esferas da sociedade e no Heavy Metal não é diferente. Pensando nisso o respeitadíssimo canal Heavy Talk convidou está que vos fala, junto com a Iza Rodrigues, para comentar um pouco sobre o assunto no que tange ao nosso universo.

Confiram:

E se você gostou, não esqueça de dar like no vídeo, se inscrever no canal e seguir o Heavy Talk nas redes sociais também!

https://www.facebook.com/HeavyTalk

https://www.instagram.com/heavytalkoficial/

Vocalista Johan Langquist está de volta ao Candlemass

Vocalista Johan Langquist está de volta ao Candlemass

Um dos pioneiros do Doom Metal mundial, a banda sueca Candlemass, anunciou em suas redes sociais na semana passada o retorno do antigo vocalista Joahn Langquist, responsável pela gravação do icônico debut Epicus Doomicus Metallicus (1986).

O anúncio pegou todos de surpresa, já que a mudança acontece no meio das gravações do novo álbum, previsto para sair ano que vem. Mats Léven, que estava nos vocais desde 2012 publicou uma nota agradecendo pelos anos junto ao grupo e se despendindo do público, no entanto sem esclarecer o motivo da saída.

Por sua vez, a banda declarou “Nós queremos encontrar o caminho de volta às raízes do Candlemass, voltar à alma e essência da banda. Johan Langquist está de volta e nós esperamos que isso nos dê uma nova energia e impulsione o coração do doom novamente. Não sabemos se isso vai durar dez ou cinco anos, mas se nos ocasionar apenas mais um ano de diversão, tocando a musica que tanto amamos, será incrível! O circulo está fechado, Johan está de volta! Novidades em breve”.

Nesta terça feira, 4, o grupo publicou em seu Instagram um vídeo de ensaio com o “novo” cantor e anunciou que os próximos shows contarão com Johan nos vocais, ressaltando que o setlist será muito voltado ao debut de 1986 e demais trabalhos antigos.

Uma ótima notícia para aqueles que, como eu, sentia falta do estilo tão peculiar de Johan, também muito parecido com o de Messiah Marcolin, conhecido principalmente pelo clássico Bewitched. Quem mais ficou ansioso por uma turnê brasileira, para ontem?!

Fique por dentro das novidades do grupo:

www.facebook.com/candlemass/
www.instagram.com/candlemass_sweden/

Decades World Tour do Nightwish passa por São Paulo em setembro. Confira as melhores faixas do grupo que podem estar (ou não) no setlist!

Decades World Tour do Nightwish passa por São Paulo em setembro. Confira as melhores faixas do grupo que podem estar (ou não) no setlist!

Para muitos fãs do conturbado, porém sempre ótimo grupo finlandês, uma das melhores decisões que Mr. Holopainen tomou nos últimos anos foi lançar o best of Decades e por consequencia a turnê desta compilação, que conta com clássicos absolutos da era de ouro (ou da era de Tarja, como preferir) do Nightwish, entre outros trabalhos mais recentes. A outra melhor decisão foi ter contratador a Floor, obviamente.

Duvido que a essa altura alguém não saiba o que está acontecendo mas para os desavisados: Em menos de um mês o grupo vai desembarcar no Brasil com diversas datas sul-americanas dessa turnê que tem movido céus e terra e enloquecido os fãs mais fervorosos. Exemplo disso é a data em São Paulo no Tom Brasil (28/09) que deu sold out.

A promessa dos shows é trazer os melhores clássicos do grupo interpretados pela belíssima Floor Jansen, que acompanha a banda desde 2013 e conta com um álbum gravado até agora, o Endless Forms Most Beautiful (2015).

E se você, assim como eu, tem feito de Nightwish a sua religião para estar com todas as canções na ponta da língua ou simplesmente quer conhecer um pouco mais do som antigo do grupo, confira as melhores faixas que na minha opinião deveriam constar nesse set list, separadas por álbum

Angels Fall First (1997):

O debut muito amado pelos fãs, a principio não muito bem recebido pela crítica, foi um sucesso de vendas e ganhou Disco de Ouro na Finlândia. O single The Carpenter também alcançou ótimas posições nas paradas finlandesas e ao final do ano, o disco figurava entre os 31 discos mais vendidos no país. Sem contar que rendeu videoclips no minimo curiosos. Deste, destacam-se as faixas:
Elvenpath
The Carpenter
Astral Romance
Angels Fall First
Tutankhamen

 

Oceanborn (1998)

Segundo a biografia oficial do grupo, dores de parto foram sentidas para conceber este que trouxe fama internacional à banda. O mais trabalhoso disco para os jovens músicos de Kitee em termos de gravação. Toda a grandiosidade que encontramos neste material foi conseguida a base do choro. Bom, acho que valeu a pena. A crítica mudou completamente o tom do seu discurso e o trabalho chegou ao quinto lugar nas paradas. Aqui, as obrigatórias são:

Stargazers
Devil & The Dark Deep Ocean
Passion And The Opera
The Pharaoh Sails to Orion
e é claro, Sleeping Sun

 

Wishmaster (2000)

Os anos 2000 trouxeram a maturidade que ainda faltava e o reconhecimento internacional que ja havia começado com o álbum anterior simplesmente explodiu. A turnê Wishmaster World Tour rodou por diversos países e na apresentação de Tampere, na Finlândia, foi gravado o DVD From Wishes To Eternity, material obrigatório na coleção de qualquer fã. Aqui ainda era possivel sentir muita influencia do power metal, principalmente na lírica, porém novos temas como sociedade, relações e assuntos pessoais começaram a surgir, a exemplo de The Kinslayer, que versa sobre o Massacre de Columbine e Dead Boy’s Poem, algo como uma carta escrita pelo próprio Tuomas sobre qual mensagem ele gostaria de deixar caso morresse no dia seguinte. Neste tracklist se atente às:

She Is My Sin
The Kinslayer
Come Cover Me
Wishmaster
Deep Silent Complete
Dead Boy’s Poem
Sleepwalker.

Uma curiosidade sobre Sleepwalker: A canção foi escrita para a participação do grupo no concurso Eurovision (algo como o The Voice atualmente) e a banda entrou nessa apenas por diversão. Eles consideram esta como uma de suas piores faixas entretanto, chegaram à final do concurso e apenas não venceram por uma confusão na computação dos votos. E a música é incrível.

 

Century Child (2002)

Consagração. Nenhum adjetivo poderia melhor definir esta fase. Agora com o baixista e vocalista Marco Hietala, o grupo finalmente encontrou a fórmula perfeita para o sucesso e o Nightwish consolidou sua personalidade, que é adorada até hoje. Desnecessário citar o desempenho nas paradas e premiações que a essa altura somavam dezenas. Confira os destaques:

Bless The Child
Dead To The World
Ever Dream
Slaying The Dreamer
The Phantom Of The Opera
Beauty Of The Beast
Lagoon

 

Once (2004)

O começo do fim. Fama, prêmios, reconhecimento. O Nightwish tinha se tornado um fenômeno na Finlândia e a nível mundial. Uma legião de fãs ao redor do globo enlouquecia com aquela sonoridade tão singular, visceral e poética. Uma pena que diversos fatores contribuíram para o fim disso tudo e o rompimento com a icônica vocalista. Antes disso, a constante evolução do grupo latente no presente disco os levou mais um nível acima e o clip do carro forte Nemo foi o mais pedido na MTV, para muitos (vulgo eu), o primeiro contato com a música da banda, e isso mudou a minha vida. Sem exageros. Não espere nada parecido com o que você ouvi até agora, com as canções:


Dark Chest Of Wonders
Wish I Had An Angel
Planet Hell
Creek Mary’s Blood,
Ghost Love Score
Koulema Tekee Taiteilijan

Sem Nemo? Sim queridos, sem Nemo. A canção pode ser um hit e eu adoro ela, mas está longe de ser uma das melhores do grupo, sorry.

 

Dark Passion Play (2007)

Anette Olzon, ame-a ou deixe-a. Eu lembro até hoje da cara que fiz quando escutei o single “Eva”, anunciado como primeiro trabalho com a nova vocalista. Foi no minimo… chocante. Longe de mim criticar a cantora, ela é uma profissional, mas definitivamente não foi feita para o Nightwish. Por conta disso o relacionamento entre fãs e banda sentiu suas bases tremerem após essa escolha do ecêntrico Mestre Tuomas. De qualquer forma, o trabalho do grupo não perdeu grandeza e com um pouco de esforço todos podemos reconhecer a virtude dele. Mesmo porque agora ficou mais fácil de cantar… haha!

The Poet and the Pendulum
Bye Bye Beautifil
Cadence of Her Last Breath
The Islander
7 Days To The Wolves
Meadows Of Heaven

 

Imaginaerum (2011)

Particularmente nessa época eu parei de acompanhar o Nightwish e voltei apenas quando a Floor assumiu os vocais, mas ao que parece o álbum não deixou de ser um sucesso nas paradas mundo à fora e a banda foi além, lançando um filme homônimo. Mas não dá para deixar de gostar das seguintes faixas (ainda mais agora cantadas pela minha Golem holandesa favorita):

Storytime
Ghost River
I Want My Tears Back
Last Ride Of The Day
Song Of Myself

 

Endless Forms Most Beautiful (2015)

Finalmente o ultimo lançamento do grupo, com Floor no controle dos vocais. Um trabalho que dividiu opiniões. E eu concordo com ambas. Por um lado, muito pouco das habilidades e potência vocal foram exploradas e isso foi um pouco frustrante. Por outro, tivemos o primeiro álbum conceitual do grupo, cujo tema, a evolução da vida e das espécies (algo que considero fascinante!) foi abordado de forma extremamente inteligente e poética, à maneira de Tuomas Holopainen. Ou seja, ficou genial. E em termos gerais, foi mais um grande sucesso. Vale ressaltar a faixa com duração épica de vinte minutos, algo inédito e que resultou numa verdadeira obra prima!

Shudder Before the Beautiful
Yours Is an Empty Hope
Our Decades in the Sun
The Greatest Show on Earth

Ufa! Chegamos ao fim. Quarenta e seis músicas ao todo consideradas por essa repórter como as melhores de uma carreira de mais de vinte anos… Bom, ficou uma média até que ok, certo? E sim, pode parecer egocêntrico da minha parte mas eu adoraria ver um setlist com todas elas. Espero que tenham curtido e se divirtam, cantem ou chorem (ou todas as anteriores) ouvindo essa playlist.