MindFlow – São Paulo – 10/11/2012 – Carioca Club


Conheci o MindFlow há alguns anos, através do Programa Backstage do grande Vitão Bonesso. Pouco tempo depois os assisti em 2006, no Live N’ Louder, festival que ocorreu aqui em São Paulo. A banda hoje tem 9 anos de carreira e se você gosta de games, talvez já os conheça pelo GuitarFlash ou Rock Band 3.

No último sábado, pouco antes do show, a banda participou de uma coletiva de imprensa, onde contou um pouco sobre sua trajetória, diferenças entre público brasileiro e de outros países,  a  turnê beneficente que ocorrerá ao lado do The Used nos Estados Unidos e o álbum a ser lançado no próximo ano.


O MindFlow conseguiu ao longo dos anos uma ótima presença em outros países, já fizeram 7 turnês mundiais e foi muito prazeroso ver que o público brasileiro também aprecia o trabalho desses rapazes, comparecendo, cantando e deixando a mente fluir.

Começaram com “Lethal(que eu confesso amar!) e mesclaram canções de vários álbuns,  desde o primeiro lançado em 2003 “Just the Two of Us… Me and Them” com a música “Invisible Messages“, “Crossing Enemy’s Line” do álbum “Mind Over Body“, de 2005 e  não deixando de lado as famosas “Breakthrough” e “Break Me Out“. Tocaram também duas músicas que estarão no próximo álbum: “Urban Hero” e “Take to the Limit“. O show terminou com a ótima “Destructive Device” e o sorteio de uma guitarra.

Fiz um vídeo. Uma compilação de imagens que traduzem toda a energia de um show do MindFlow, além da música “Destructive Device” na íntegra. Espero que gostem e Let Your MindFlow!




SetList
Lethal
Reset The Future
Shuffle Up and Deal
Take to the Limit
Breakthrough
Break me Out
Urban Hero
Under an Alias
The Ride
Crossing Enemies Line
Invisible Messages
Walking Tall
Destructive Device

Formação
Danilo Herbert – Vocal
Rodrigo Hidalgo – Guitarra 
Ricardo Winandy – Baixo
Rafael Pensado – Bateria


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Texto e vídeo por Iza Rodrigues | Fotos por Evandro Camellini

Too sexy for Metal?

(Esse texto foi escrito por mim, Iza Rodrigues e pela Natália, do blog Rockalogy)

A verdade é que o Heavy Metal é um gênero predominantemente masculino. Mas se formos comparar, boa parte das culturas musicais também o são. No Metal uma série de elementos estão ligados à virilidade, à masculinidade e a agressividade, seja no som, seja na “dança”, pensando aqui as “rodas”, os moshs e o próprio “headbanging”. As meninas que se sentem atraídas pelo Metal, pelos mesmos motivos, ou motivos semelhantes aos dos meninos e têm de conviver com a questão de serem uma minoria, nem sempre respeitada, no meio.

Além de terem de resistir à pressão da própria sociedade, as meninas headbangers devem resistir aos preconceitos existentes no próprio meio, tanto da parte dos meninos quanto da parte das meninas. Ela precisa provar para os rapazes que conhece e que gosta de Metal tanto quanto, ou mais, que eles e para as meninas, provar que não estão apenas afim dos metalheads cabeludos.

Esse post foi inspirado por comentários gerados a partir de um vídeo de uma apresentação da banda Nervosa, cujo foco era o figurino da baixista e vocalista Fernanda Lira, mais exatamente sobre o tipo de calça que ela estava usando na apresentação. Enquanto alguns meninos elogiavam, apoiando a atitude ainda que com alguma ironia, algumas meninas mostravam certo tom de reprovação em seus comentários, dizendo que a calça era apertada demais.
Roupas da Fernanda Lira da banda Nervosa
Visual do Iron Maiden nos anos 80

Sabemos que Fernanda Lira é o que podemos chamar de uma “true headbanger”, ela possui uma longa estrada do Metal além de ser uma ótima musicista, isso não impede que ela e as outras meninas, Prika Amaral e Fernanda Terra, façam uso de figurinos mais ousados, explorando atributos femininos como a vaidade e a sensualidade, levando isso para cima do palco e para o Thrash Metal que elas tocam.


Vale ressaltar que o tipo de calça que estamos falando já era consagrado dentro do próprio Heavy Metal e era usada por homens, que entre outras coisas estavam a fim de deixar mais a mostra a sua sexualidade.
Visual do Iron Maiden nos anos 80
Mesmo dentro de um estilo onde o público masculino é predominante, as mulheres, mesmo que aos poucos, conseguiram marcar presença ao longo dos anos. Cada qual em seu estilo, Doro Pesch, Angela Gossow, Liv Kristine Spanaes, Tarja Turunen, Simone Simons, Floor Jansen, Sharon Den Adel, dentre tantas outras, chamam atenção não só pelo seu talento, mas também pela beleza e visual. E eis aqui o ponto principal desse texto. O visual sempre foi importante dentro da cena, tanto para as meninas, quanto para os meninos.

Dizer que o headbanger não liga para estética é um erro, o gênero tem uma preocupação muito grande com assuntos relacionados à estética. Quanto aos headbangers, se não se importassem com a aparência não perderiam tempo escolhendo camisetas (alguns até pintam as próprias), não esfolariam os dedos colocando rebites em jaquetas ou tentando desfiar um jeans. Também não desembolsariam horrores numa jaqueta de couro, num cinto de bala, num tênis branco, num coturno. Nem ficariam anos sem cortar os cabelos. Muitos até pintam, escovam, hidratam… Isso não é “estética pura”? Sim, porém moldada ao estilo alternativo que os ouvintes de Heavy Metal seguem.

De acordo com o Dicionário Michaelis, a palavra “moda” significa:  

1 Uso corrente. 2 Forma atual do vestuário. 3 Fantasia, gosto ou maneira como cada um faz as coisas.

Hoje existem empresas especializadas em moda alternativa. Calças, jaquetas, camisetas, calçados e acessórios estão a fácil acesso. E se a pessoa se identifica com a música e com o tipo de vestimenta característica dos headbangers, porque não?

Partindo do princípio que a moda headbanger é para ambos os gêneros, não é de se estranhar que as mulheres também moldassem o visual Headbanger às suas curvas. Sendo assim, as calças ficaram ainda mais coladas, os coturnos ganharam plataformas, as jaquetas e coletes se adaptam a cintura fina. É sexy? É atitude? Sim, e o Heavy Metal também é feito disso, não? E não é por ser uma “Menina Headbanger” que ela tem que se vestir exatamente como os homens. Mulher, em qualquer esfera da sociedade, quer se sentir bonita, confortável e consequentemente atraente. Veja bem, o “atraente” é consequência e não principal motivo. 

Há também as que colocam a sexualidade como principal fator na sua existência dentro da cena do Heavy Metal. São as famosas “Maria shampoo”, “Maria palheta”, “caça cabeludos” e etc. Mas isso é assunto para outro texto.

Tocamos no assunto com duas mulheres headbangers, veja só:

“Sabemos que as mulheres no Metal de hoje tem tudo com mais facilidade, são mais independente e conseqüentemente gastam mais com vaidade que os homens, isso é fato!! Trabalho com comercio nesse ramo undergroud á quase 8 anos (minha loja tem 2 anos) e posso afirma que a mulherada do Metal é MUITO vaidosa, sexy e posso até dizer que algumas gostam de provocar mesmo! Mas vamos questionar uma observação num meio com homens cabeludos, usando visual de banda, coturnos e etc. Nós teriamos que nos vestir como eles?? Não né! Com tantas lojas, tanto material diferente, roupas de vários modelos, quem conseguiria vestir uma calça Jeans e uma blusa masculina? Quando se esta dentro de uma tribo é normal que tenhamos características daquela tribo, então no Metal não iria ser diferente. Em relação as calças, eu particularmente adoro calças apertadas, quanto mais melhor e tenho vários clientes na loja homens e mulheres que compram usam e fazem o maior sucesso!! Acho que quando você recrimina um estilo de alguém da sua tribo você não está no lugar certo.
Nosso estilo hoje é referência pra estilistas do mundo todo, existem várias marcas que trabalham só com moda alternativa que vai do jeito mais despojado até o Dark. Então vamos aproveitar que estamos na moda e extravasar. Afinal somos uma galera de atitude independente do gênero”

Alinne Madelon, empresária da loja Metal Fatality e vocalista da banda The Knickers 

guitarrista do Impacto Profano e Trinnity
Fernanda Cals

“Eu gosto de me vestir bem, não só no palco, mas em qualquer lugar. Uso a roupa que eu quero, que eu me sinto bem usando. Isso é o mais importante. Quando subo no palco com o Impacto Profano, procuro uma roupa que seja feminina e confortável ao mesmo tempo, e que tenha a ver com a temática da banda. Gosto muito das roupas da Black Frost e dos corsets da Madame Sher. Calçados eu geralmente escolho botas e coturnos sem salto, pois são os que me dão maior equilíbrio.Penso o seguinte: pra criticar, sempre tem alguém. Seja por vestir uma calça largona no palco ou uma que seja justa demais. Seja por usar um corset ou uma blusa de banda…ou seja porque a pessoa é recalcada ou invejosa e usa outras coisas como motivo (como por exemplo o visual) só pra falar merda. Além disso, é impossível agradar todo mundo, AINDA BEM! Então o negócio é ser feliz sendo quem você é.”Fernanda Cals, guitarrista das bandas Impacto Profano e Trinnity 

Trinnity
Fernanda Cals com a banda Trinnity
Loja de moda alternativa

E pra você? Heavy Metal e Moda caminham juntos? Já se sentiu discriminado (a) por causa do visual (ou da falta dele)?



Rockalogy
Loja Metal Fatality
The Knickers
Impacto Profano
Nervosa
Trinnity

Overdose de Metal Nacional, quem quer?

Fim de ano chegando e vocês acham que o Menina Headbanger iria deixar passar em branco? Que nada, se liga no montão de coisas que algum(a) sortudo(a) vai receber em casa!


Bruno Masquio – Brainstorm (CD)
Cruscifire – Chaos Season (CD)
Dynahead – Youniverse (CD)
HellArise – Human Disgrace (Demo)

Necropsya – Distorted (CD)
Rhevan – One More Last Attempt (EP)

Márcio Baraldi – Roko Loko e Adrina-Lina (Livro)
Márcio Baraldi – Roko Loko No Castelo do Ratozinger (Game/DVD)
Adesivos diversos


REGRAS:
Ter endereço de entrega no Brasil;
Preencher o formulário no fim da página.

O sorteio é válido até o dia  25/12
O resultado será divulgado durante o dia 26/12

Apoio:
Bruno Masquio 
Dynahead 

HellArise
Hell Divine 
Márcio Baraldi 

Mundo Rock de Calcinha
Metal Media Management 
Rhevan


SORTEIO FINALIZADO

A ganhadora tem até 48h para responder o e-mail de notificação que já foi enviado. Caso não responda, um novo sorteio será feito.



Vulcano – Entrevista com Zhema Rodero

Com 30 anos de estrada, o Vulcano é sem dúvida um dos principais expoentes da cena do Metal Extremo brasileiro.
Prestes a lançar o álbum Drowning In Blood, o guitarrista Zhema Rodero cedeu gentilmente ao Menina Headbanger uma pequena entrevista.


Como foi o processo de composição e produção de Drowning in Blood?

Quando voltamos da Europa, em novembro de 2010, eu percebi que era necessário apresentarmos o novo vocalista, Luiz Carlos Louzada, a um público maior e a maneira mais rápida de isso acontecer seria um novo álbum. Assim comecei a escrever o Drowning In Blood em dezembro e em fevereiro ele já estava pronto e iniciamos as gravações no finalzinho do mês. Como não temos um estúdio só para nós, fazíamos uma sessão por semana e isso demorou um pouco para gravarmos todo ele, mas no final de julho tudo já estava pronto. Da próxima vez vou reservar o estúdio com muita antecedência, assim em um mês já é possível gravar tudo.
Bem, com relação as composições, como lhe disse, eu tinha uma certa pressa em apresentar algo novo com o Luiz Carlos, então eu fiz tudo praticamente sozinho, fiz todas as músicas e todas as letras e gravei todas as cordas. O Arthur gravou a bateria e o Luiz as vozes.



Drowning in Blood será lançado dia 18/12, num show que contará também com o Salário Mínimo, outra importante banda brasileira. Quais são as expectativas e o que vocês preparam para essa data?

Isso mesmo! Estamos nos preparando para esse dia, embora faremos um show no Zoombie Fest de Rio Negrinho/SC, e lá já estaremos executando 5 das 10 músicas do novo álbum.
Eu creio que esse show em São Paulo será muito bom, pois estaremos reencontrando muitas pessoas “das antigas”, justamente pelo fato de estarem dividindo o palco com o Salário Mínimo. Lembro que toquei uma vez com eles aqui em minha cidade (Santos), mas já assisti alguns shows deles e pelo que tenho escutado dizer o show do Salário Mínimo está montado em cima dos velhos hits da banda, será muito legal!



Vocês fizeram uma tour pela Europa e América do Sul. Como andam o agendamento de shows para tour desse novo álbum? Pretendem repetir a dose novamente?

Com relação a agenda, de concreto temos esses dois shows para dezembro, Zoombie Fest e o Blackmore, em negociação temos também em Curitiba e Porto Alegre e também em Recife. Já a turnê da Europa está toda fechada. Iniciaremos em 19 de abril de 2012 em Glasdow, Escócia, depois Birmigham, Londres, Exeter, NorWich todos em U.K e então partiremos para a Escandinávia e depois Alemanha, Itália, Suíça, Bélgica e Holanda. Serão 24 shows em 25 dias.



Como foi a recepção dos público em países europeus? De fato há diferença entre os bangers europeus e os brasileiros? 

Muito bom, não poderia ser melhor! O público participou muito de nossos shows porque reservamos um set cheio de hits do Vulcano e como os headbangers lá conhecem muito os álbuns Ao Vivo e o Bloody Vengeance, a cada música a galera delirava. Interessante era ouvir os gringos cantando em português! Nós tocamos três músicas do álbum Live! que são em português e não é que os gringos cantavam juntos?!



Nos últimos tempos houveram diversas discussões sobre a cena do Heavy Metal nacional. Você, como membro fundador de uma banda com 30 anos de carreira, o que acha que pode ser feito para que as bandas do nosso país possam ser mais valorizadas e quais são os principais erros cometidos tanto pelas bandas, quanto pelo público e por produtores?

O que vejo de fora e arrisco fazer uma análise é que existem muito mais bandas nos dias de hoje do que há 30 anos atrás. Até aí tudo vem, não há problema algum, ocorre que essas pessoa que tocam em bandas também não comparecem nos shows das outras bandas, ainda, é cada vez menor o público que comparecem nos shows, então não há público e não havendo público não há bons produtores, ninguém quer arriscar uma grana colocando um backline de primeira no palco, um P.A de ótima qualidade, iluminação etc, se não tiver retorno. Sem contar que não existem bons clubes/casas de shows que admitem a produção de bandas undergrounds e para atrapalhar mais ainda, há uma enxurrada de bandas estrangeiras e até mesmo apenas um ex-músico de uma banda estrangeira conhecida, chegando no Brasil, fazendo shows aqui e e ali, etc. Então o público acaba indo prestigiar esses eventos deixando as bandas nacionais de lado, então esse círculo vicioso é que prejudica a cena brasileira.



Por enquanto é isso, agradecemos muito a atenção e desejamos uma longa vida ao Vulcano! 

Eu quem agradeço pela oportunidade de estar respondendo para o Menina Headbanger e gostaria de complementar que eu estou esperando um ótimo show no dia 18 próximo, lá no BlackMore. Eu realmente espero que a casa esteja cheia e que o público prestigie, pois da parte do Vulcano e com certeza também do Salário Mínimo faremos o melhor de nós, assim o André do Metal Sp poderá imediatamente produzir um novo evento com outras bandas e esse ciclo benéfico poderá colocar nosso underground nos trilhos certo e sempre para frente. Um grande abraço a todos!

Quem levou par de ingressos para o 1º Metal Sp Festival foi: @RogerioRocker 

Metal Media Fest – 18/11/2011

Pensei que esse post nunca sairia, mas enfim…está aqui!

A Metal Media é uma empresa que presta serviços de assessoria de imprensa à bandas brasileiras de Heavy Metal e está promovendo o Metal Media Fest, com as bandas de seu cast.
Já houve uma edição em Campo Grande/MT, com as bandas Rhevan (que eu já falei nesse post), Lycanthropy, Deadly Curse e Shadows Legacy. E agora, uma edição paulista, com apresentações do HellArise (que eu mostrei pra vocês nesse post), Reviolence e Woslom. E é claro que eu fui lá prestigiar o ótimo trabalho de todos os envolvidos.

Falta de público é uma constante em eventos como esse, que  deveriam estar lotados. Na teoria é tudo tão lindo, mas na prática são poucos os que realmente se dispõe a apoiar e dar o valor que os nossos músicos merecem. Mas enfim, como quantidade nem sempre é sinônimo de qualidade, os que ali estavam de fato apoiam o Metal Nacional e fazem isso com maestria. Menos discurso, mais ação. Fica a dica!

O HellArise veio ao palco trazendo seu Thrash/Death Metal, que é impossível não lembrar do Arch Enemy, devido aos vocais de Flávia Mornietari. Tocaram músicas da demo Human Disgrace, e do debut que está para ser lançando, além de um ótimo cover de Violent Revolution, do Kreator.

Na sequência, os rapazes do Reviolence vieram ao palco. Eu não conhecia a banda, mas fui contagiada por toda sua força e energia. Além de (ótimas) músicas próprias, também tocaram a Five Minutes Alone do Pantera e a Reining Blood do Slayer. O destaque vai para o vocalista  Rafael Moreira, que não pára um minuto sequer no palco.


Para fechar bem a noite, os rapazes do Woslom apresentaram seu Thrash Metal competente e sem firulas. Deles vou falar num post a parte, porque merecem!



HellArise
Reviolence
Woslom

Sapatos: Tênis de cano alto Adidas

Dei uma sumida, mas estou de volta e em breve muitas novidades por aqui, fiquem atentas!

Fazia uma semana que eu estava namorando um tênis que vi numa loja. Um Reebok em vinil preto com detalhes pink e cano longo. Lindo! Ontem resolvi matar a cobra consumista e o que eu descubro? Que o tênis que achei lindo é da linha infantil! =( Tem coisas que só acontece comigo mesmo.

Como eu estava a procura de um tênis Thrash Old School Fellings com detalhes femininos, acabei me apaixonando por esse Adidas de cano alto, com detalhes rosa e azul marinho. Paguei R$130,00. Conforto resume!

tênis branco de cano alto

tênis branco de cano alto

tênis branco de cano alto

Dynahead -Youniverse

E mais uma vez o Heavy Metal Brasileiro prova que em nada deve a cena estrangeira, não só no quesito produção, mas também em conteúdo lírico, criatividade, técnica e ousadia.

Classificar a música do Dynahead não é uma tarefa fácil. Os brasilienses fazem uma mistura de Prog, Power e Thrash, com passagens de Death e, como se não bastasse, a faixa Way Down Memory Lane tem pitadas de música brasileira. Com toda essa miscelânea de gêneros, se você acha que o álbum soa forçado ou deslocado, se engana. Em Youniverse tudo se encaixa em perfeita harmonia.
Aqui não há fórmulas a serem seguidas. A música do Dynahead está sempre trilhando caminhos novos e inimagináveis. 

Embarque nessa viagem! Sem dúvida alguma, um dos melhores álbuns do ano. Surpreendente!

Formação:
Caio Duarte – voz
Diogo Mafra – guitarra
Pablo Vilela – guitarra
Diego Teixeira – baixo
Deth Santos – bateria

Dynahead – Youniverse (2011)
01. Ylem
02. Eventide
03. Inception
04. Unripe One
05. Confinement In Black
06. Circles
07. My Replicator
08. Repentance Hour
09. Way Down Memory Lane
10. Redemption
11. Onset