Torture Squad, NervoChaos e Nervosa – 21/12/2012 – Hangar 110

Antes tarde do que nunca, vamos falar do último rolê que fiz em 2012.
Enquanto muitos supersticiosos esperavam pelo fim do mundo, caso de fato acontecesse, preferi que tudo acabasse ao som de muito Metal, no Hangar 110.
Quem abriu a noite foram as meninas do NervosaFoi a primeira vez que assisti a um show da banda e estava com muita curiosidade. Essa foi a segunda apresentação com a nova baterista Jully Lee, que também toca no Tagma. 
Com seu Thrash Metal direto, a Nervosa trouxe dentre outras, músicas da demo “2012”, incluindo a já famosa “Masked Betrayer”.

Pouco tempo depois subiu ao palco o NervoChaos, banda ao qual eu conhecia muito pouco.  Donos de um Death Metal rápido e brutal, os paulistanos  estão divulgando o  álbum “To the Death”. Apesar de não ser o tipo de música que gosto, cabe aqui ressaltar que poucas bandas de Death Metal fazem um show como NervoChaos. Se você é adepto do estilo, procure vê-los um dia!

Já fazia tantos anos que eu não via um show do Torture Squad, nem me lembro quando foi a última vez, que agora com um trio, eu estava curiosíssima. Muitas pessoas estavam desconfiadas com o que a banda viria a se tornar com a saída do vocalista Vitor Rodrigues, mas o que podemos ver foi uma banda entrosada, trazendo seus grandes clássicos como “Pandemonium”, “The Unholy Spell”, “Chaos Corporation” e ainda com direito a Fernanda Lira, do Nervosa, interpretando “Divine Step” da banda suíça Coroner.  Apesar da banda ter perdido a presença de palco invejável do Vitor Rodrigues, o Torture Squad continua sendo uma banda excelente e que vale sempre assistir a um show.

Uma noite de muitos amigos, conversas, risadas, cervejas e Metal brasileiro do bom.
E agora que comece a maratona de show de 2013!









TEXTO: Iza Rodrigues
FOTOS: Leandro Cherutti

MindFlow – São Paulo – 10/11/2012 – Carioca Club


Conheci o MindFlow há alguns anos, através do Programa Backstage do grande Vitão Bonesso. Pouco tempo depois os assisti em 2006, no Live N’ Louder, festival que ocorreu aqui em São Paulo. A banda hoje tem 9 anos de carreira e se você gosta de games, talvez já os conheça pelo GuitarFlash ou Rock Band 3.

No último sábado, pouco antes do show, a banda participou de uma coletiva de imprensa, onde contou um pouco sobre sua trajetória, diferenças entre público brasileiro e de outros países,  a  turnê beneficente que ocorrerá ao lado do The Used nos Estados Unidos e o álbum a ser lançado no próximo ano.


O MindFlow conseguiu ao longo dos anos uma ótima presença em outros países, já fizeram 7 turnês mundiais e foi muito prazeroso ver que o público brasileiro também aprecia o trabalho desses rapazes, comparecendo, cantando e deixando a mente fluir.

Começaram com “Lethal(que eu confesso amar!) e mesclaram canções de vários álbuns,  desde o primeiro lançado em 2003 “Just the Two of Us… Me and Them” com a música “Invisible Messages“, “Crossing Enemy’s Line” do álbum “Mind Over Body“, de 2005 e  não deixando de lado as famosas “Breakthrough” e “Break Me Out“. Tocaram também duas músicas que estarão no próximo álbum: “Urban Hero” e “Take to the Limit“. O show terminou com a ótima “Destructive Device” e o sorteio de uma guitarra.

Fiz um vídeo. Uma compilação de imagens que traduzem toda a energia de um show do MindFlow, além da música “Destructive Device” na íntegra. Espero que gostem e Let Your MindFlow!




SetList
Lethal
Reset The Future
Shuffle Up and Deal
Take to the Limit
Breakthrough
Break me Out
Urban Hero
Under an Alias
The Ride
Crossing Enemies Line
Invisible Messages
Walking Tall
Destructive Device

Formação
Danilo Herbert – Vocal
Rodrigo Hidalgo – Guitarra 
Ricardo Winandy – Baixo
Rafael Pensado – Bateria


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Texto e vídeo por Iza Rodrigues | Fotos por Evandro Camellini

Dream Theater – Credicard Hall – 26/08/12

O Credicard Hall é uma casa bem grande. Cabem cerca de 7 mil pessoas, tem luz e som perfeitos, vários setores e só peca pela localização. É bem complicado chegar lá de transporte público. Isso sem falar nos horários que sempre complicam a vida. Shows no Credicard são sempre um sufoco na hora de ir embora.

No caminho já via-se bastante pessoas com camisetas do Dream Theater. Público diferente da maioria de shows de Metal, nada de visual carregado, ali tudo era light.

Passava das 18h30 quando (finalmente) cheguei ao local. Me surpreendi com o tamanho da fila, não esperava que tantas pessoas fossem assistir o Dream Theater, devido aos altos valores dos ingressos. Quando adentrei na Pista Premium, tudo ainda era bem sossegado. Arranjei um lugar próximo ao bar (pra evitar a fadiga, se é que me entendem) e ali permaneci enquanto a casa se enchia (e encheu!). Um pequeno alvoroço se formou e fui conferir o motivo: Aquiles Priester estava ali! Disseram-me que Felipe Andreoli também, mas não o vi.

Com cerca de 15 minutos de atraso, as luzes se apagaram e uma animação começou nos 3 telões em forma de cubos, seguida pela música “Bridges in the Sky”, do álbum “A Dramatic Turn of Events”, que eu confesso gostar bastante.

A banda prometeu setlists diferentes para cada show em terras brasileiras e assim o fez, tocando várias músicas que não foram apresentadas no show em Porto Alegre (e senti um pouco de inveja do setlist de POA), porém englobou diversos álbuns da carreira.

O show ia muito bem até começar o solo de bateria. Desculpem-me quem gosta. Acho esse tanto de solos nos shows do DT bem desnecessários e entediantes. Mike Mangini começou seu solo de forma simples e sem firulas (zzzzz), vez ou outra fazia coisas mais mirabolantes – acho que qualquer dia ele vai acabar se enrolando nos braços, não é possível – e ainda, com cara de deboche, comeu um banana e voltou a solar para na sequência tocarem ”A Fortune in Lies” do álbum “When Dream and Day Unites “.

A apresentação continuou, agora com uma versão acústica, com John Petrucci no violão executaram “The Silent Man” e “Beneath the Surface”. Depois desse pequeno interlúdio, a banda voltou para dessa vez, tocarem “Outcry” e “Surrounded” e…Mais um solo, dessa vez do tecladista Jordan Rudess, esbanjando virtuosismo com as teclas e arrancando aplausos da platéia.

Após a sequência de “On the Backs of Angels”, “War Inside My Head” e “The Test that Stumped Them All” veio a parte mais bonita e emocionante do show. Petrucci pediu para que todos levantassem seus celulares e começaram a tocar a belíssima “The Spirits Carries On”, com todos cantando em uníssono. Pude notar muitos rostos molhados, casais abraçados e maquiagens borradas. Poucas vezes vi tantas pessoas emocionadas dessa forma.

Petrucci veio com seu solo de guitarra (zzzzz) me desculpem os fãs, mas seria bem melhor se não tivesse. Sonífero! Nada empolgante, apesar de perfeito.

Depois de “Breaking All Illusions”, encerraram o show com a ovacionada “Metropolis Pt. 1: The Miracle and the Sleeper”.

Show do Dream Theater foi uma experiência bem interessante. Muito diferente dos shows que costumo ir, onde as músicas começam com o baterista marcando o tempo e o resto é só desgraceira e destruição. É algo mais para viajar do que para agitar.

Muitos ali disseram que Mike Portnoy faz falta e eu concordo em partes. Achei Mike Mangini um baterista excelente, porém a banda perdeu a já pouca expressividade que tinha. Sem ele o DT ficou morto ao vivo, em algumas vezes a apresentação leva ao tédio de tão estático e inertes os integrantes são – apesar de todo o esforço de Mangini.

Não sou fã da banda, mas reconheço que eles são muito bons no que fazem. Os instrumentistas beiram ao nível alienígena da técnica e perfeição. Não é um show empolgante, mas é belo, muito belo!

Setlist
Bridges in the Sky (Álbum: A Dramatic Turn of Events)
6:00 (Álbum: Awake)
The Dark Eternal Night (Álbum: Systematic Chaos)
This is the Life (Álbum: A Dramatic Turn of Events)
The Root of All Evil (Álbum: Octavarium)
Lost Not Forgotten (Álbum: A Dramatic Turn of Events)
Solo de bateria
A Fortune in Lies (Álbum: When Dream and Day Unites)
The Silent Man (Álbum: Awake)
Beneath the Surface (Álbum: A Dramatic Turn of Events)
Outcry (Álbum: A Dramatic Turn of Events)
Surrounded (Álbum: Images and Words)
Solo de teclado
On the Backs of Angels (Álbum: A Dramatic Turn of Events)
War Inside My Head (Álbum: Six Degrees of Inner Turbulence )
The Test that Stumped Them All (Álbum: Six Degrees of Inner Turbulence)
The Spirit Carries On (Álbum: Metropolis Part 2 – Scenes from a Memory)
Solo de guitarra
Breaking All Illusions (Álbum: A Dramatic Turn of Events)
Metropolis Pt. 1: The Miracle and the Sleeper (Álbum: Images and Words)


TEXTO: Iza Rodrigues | Menina Headbanger
FOTOS: Evandro Camellini

WosloM – Blackmore Rock Bar – 29/06/2012

Falar de Metal Nacional é algo sempre polêmico. Uns afirmam gostar mas não se aprofundam, tendo seu gosto voltado apenas nas bandas que conseguiram maior repercussão. Outros afirmam veemente que o Metal brasileiro não tem nada de bom, inovador e profissional. Também há aqueles que dizem apoiar de todas as formas possíveis e imagináveis, mas nem ao menos se dão ao trabalho de prestigiar o show de alguma banda que considera boa e por aí vai. Esse assunto renderia uma dissertação de centenas de linhas, mas meu foco é que, seja lá qual o seu tipo de comportamento e opinião sobre isso, existem bandas que fazem sim música boa e umas delas é o WosloM.

O quarteto paulista faz um Thrash Metal que em muito lembra a melhor fase do Metallica. Em 2010 lançaram seu primeiro álbum, “Time to Rise“, e recentemente fizeram uma tour por 10 países da Europa.

Pouco antes de embarcarem ao velho mundo, o Woslom iniciou o “Brazilian Underground Union Project“, que consiste em bandas nacionais fazerem covers de bandas nacionais. Liberaram dois vídeos onde tocam músicas do Ancesttral (The Famous Unknown – assista aqui) e do Red Front (Circle of Hate – assista aqui) e na última sexta-feira os rapazes organizaram no Blackmore Rock Bar, em São Paulo, uma verdadeira festa do underground, com participação de integrantes do Chemical Disease, Command 6, HellArise, HellLight, Trayce, Gustavo Marabiza e os já citados Ancesttral e Red Front. Rafael Moreira, vocalista do Reviolence devido ao acidente que sofreu de carro rumo ao Roça N’ Roll e  o Victor Prospero do Necromesis que fraturou o braço, não puderam comparecer ao evento.

Durante a noite de temperatura agradável, entre amigos, cervejas e risadas, a apresentação do WosloM rolou num clima descontraído  e porque não dizer “família”? Via-se que os convidados não eram só “brothers”, mas também admiradores da música do WosloM, cantando e tocando com garra e satisfação, agradecendo e elogiando a todo tempo. Não é isso que chamam de União?

Esse foi o último show na capital paulista nesse ano. A banda em breve lançará um novo álbum, ao qual eu aguardo ansiosa. E se você não conhece o som do WosloM, sinceramente, está esperando o que?

Setlist
Time to Rise
Beyond Inferno
Deep Null (com Fábio – HellLight)
Despise Your Pain (com Rafael Rocha – Metallica Tribute)
The Famouns Unknown (com Alexandre H. Grunheidt – Ancesttral)
Souless (com Marcelo Campos – Trayce e Wash – Command 6)
DownFall (com Flávia Morniëtári – HellArise)
Checkmate (com Gustavo Marabiza)
Circle of Hate (com Léo e Oscar – Red Front
Mortal Effect (com Ale Spike – Chemical Disease)

Formação:
Silvano Aguilera – Vocal e Guitarra
Rafael Iak – Guitarra
Francisco Stanich Jr. – Baixo
Fernando Oster – Bateria


Metal Open Air – Muito AIR pra pouco METAL

E é isso…

 
O que devia ser o maior evento de Heavy Metal dos últimos tempos, minguou.
 
Com promessas de um mega festival, 47 bandas, 3 palcos, camping, churrascaria no maior estilo Mad Butcher e etc…..sim! Esse era o Metal Open Air!
E lá se foram os Headbangers desse Brasil (e de outros países também), juntando suas economias e viajando até São Luiz, Maranhão…E confesso: só não fui pelo quesito grana, caso contrário, sem dúvida alguma, estaria lá! 
 
Eu e tantos outros amigos da imprensa especializada, nos focamos nesse fim de semana em levantar informações DE FONTE SEGURA, sobre o que estava acontecendo.
 
Sei de pessoas que foram lá para prestigiar uma boa música, mas acabaram trabalhando, ralando muito. Deram o seu melhor para que as coisas caminhassem, mas o fato é que sem planejamento não se faz um evento desse porte.
 
Das 47 atrações, 34 não se apresentaram.
Por falta de pagamento de cachê, passagens aéreas, contrato, equipamento, segurança e pelo cancelamento do último dia do festival.
 
Foi de um profissionalismo enorme as bandas que, apesar dos problemas, subiram ao palco para levar aos bangers o que eles queriam: Heavy Metal!  Isso se chama RESPEITO!
 
Espero que todos os headbangers que foram ENGANADOS, gastando o dinheiro que não tinham indo até lá para ver banda X ou Y, não deixem isso barato. Procurem seus direitos! Não se deem por satisfeitos em terem assitistido alguns shows, que por mais fodas que possam ter sidos, não foi isso que foi vendido a vocês!
 
Se a culpa é de produtor X ou Y eu não sei. Se houve perseguição política, quebra de contratos com patrocinadores ou qualquer outro tipo de boicote, eu não sei. Que a justiça decida. Que os culpados sejam punidos de forma severa e que a cena do Heavy Metal do nosso país não afunde, não se separe ainda mais.
 
In Heavy Metal We Trust
 
———–
 
BANDAS QUE SE APRESENTARAM :
Ácido, Almah, Anvil, Dark Avenger, Destruction, Exciter, Exodus, Korzus, Legion Of The Damned, Megadeth, Orphaned Land, Shaman e Symphony X.
 
CANCELADOS: 
André Matos, Annihilator, Ânsia de Vômito, Anthrax, Attomica, Baranga, Blind Guardian, Charlie Sheen, Carro Bomba, Dio Disciples, Drowned, Expose Your Hate, Fear Factory, Fúria Louca, Grave Digger, Hangar, Headhunter Dc, Matanza, Megahertz, Motorocker, Obituary, Obskure, Otep, Ratos de Porão, Rock N Roll All Stars, Saxon, Semblant, Shadowside, Stress, Terra Prima, Torture Squad, Udo, Unearthly e Venom.

 

 

Amon Amarth – Carioca Club – 24/03/2012

Confesso que há 3 anos atrás, quando os suecos do Amon Amarth pisaram em terras brasileiras pela primeira vez e eu não pude ir, fui tomada por uma tristeza sem fim…E isso não é exagero! Eles tinham acabado de lançar o “Twilight Of The Thunder God“, que desde então, tornou-se um dos meus álbuns de cabeçeira. Mas pra minha alegria (e de muitos outros fãs de música pesada), os rapazes voltaram ao Brasil, para uma única data, agora para a divulgação de “Surtur’s Rising”, outro excelente álbum!

 
Cheguei por volta das 18h30 no Carioca Club e me deparei com a mesma situação caótica que teve no show do Dimmu Borgir: troca de ingressos! Porque raios eles vendem ao público cartões que tem de ser trocados por ingressos de papel? Porque não vender direto os ingressos de papel ou deixar o pessoal entrar com os cartões? Evitariam novas filas, caos e ânimos exaltados! Treinar a equipe de segurança para que eles deem informações corretas ao público também é algo a ser trabalhado.
 
Consegui entrar a tempo de assistir algumas batalhas do Ordo Draconis Belli, que sempre aparecem em shows com temática Viking. E aos poucos o Carioca Club foi enchendo…e enchendo…e enchendo, até ficar praticamente intransitável.
 
Com a casa absurdamente cheia, o Amon Amarth veio ao palco trazendo um setlist com 19 músicas e enlouquecendo o público. Confesso que apesar de todo amor que sempre senti pela banda (ok, ficou meio emo isso), eu não esperava tanto deles. E não há nada melhor do que ser surpreeendida!
 
O entrosamento e a presença de palco do quinteto é, no mínimo, exemplar. Os caras preenchem o palco de uma forma que te tira do eixo e das duas uma: ou você bangueia sem parar ou olha incrédulo com tamanha energia. O show do Amon Amarth é uma experiência única.
 
O vocalista gigante, Johan Hegg (esse cara não tem menos que 2 metros de altura, juro), parecia estar muito contente com a recepção calorosa dos brasileiros e com sua voz potente (creio que seja um dos melhores vocalistas do estilo), conduzia o público com sorriso no rosto.


Agora é torcer para que eles retornem logo a nossa terra, fazendo outro show sensacional como esse!


Amon Amarth – Carioca Club – 24/03/2012
War Of The Gods
Runes To My Memory
Destroyer Of The Universe
Live Without Regrets
Thousand Years Of Oppression
Pursuit Of Vikings
For Victory Or Death
The Hero
Valhalla Awaits Me
Slaves Of Fear
Fate Of Norns
Bleed For Ancient Gods
Under Northern Star
Free Will Sacrifice
Cry Of The Black Birds
Death In Fire
Victorious March
 
Twilight Of The Thunder God
Guardians Of Asgaard
 
Formação:
Johan Hegg – Vocal
Johan Söderberg – Guitarra
Olavi Mikkonen – Guitarra
Ted Lundström – Baixo
Fredrik Andersson – Bateria


Fotos gentilmente cedidas por Henrique Pimentel e Portal do Inferno


Furia Inc. – Manifesto Bar – 17/03/2012

Todos já sabem que eu adoro vasculhar o underground. Existem muitas bandas ruins? Sim. E creio que isso não seja exclusividade do nosso país. Da mesma forma que não é exclusividade de outros países terem bandas boas. 

Para quem diz que no Brasil não há nada de bom, (sim, ainda existem pessoas que pensam dessa forma) eu afirmo: Música ruim há em qualquer canto e BOA TAMBÉM! Basta sair da zona de conforto e ampliar horizontes.
 
E foi com toda a curiosidade que já me é peculiar que eu encontrei o Furia Inc. e falei sobre o último EP lançado por eles, “Before The World Ends”, nesse post aqui (Clica!)
Mas, como diz o velho ditado de que “Quem sabe faz ao vivo”, no último sábado, mais uma vez fui ao Manifesto Bar, agora pra assistir ao show desses rapazes, pela primeira vez. E não me decepcionei!


Mesclando no setlist músicas próprias e alguns covers (incluindo Metallica s2) e ainda distribuindo tequila pra galera,  fica bem difícil do público não se empolgar.


Os rapazes deram uma entrevista bem completa ao Lokaos Rock Show, onde contam um pouco da história da banda, influências, lançamento do primeiro CD e muito mais. Clica no play que é diversão garantida!


Lembrando que no dia 15/04, o Furia Inc. se apresenta ao lado do Paura, no Território Custom, em Guarulhos. 
Harder, faster, louder!


Victor Cutrale – Vocal
Gustavo Romão – Guitarra
Bruno Nicolozzi – Baixo
Neto Romão – Bateria

Site Oficial
Galeria de fotos do show do Furia Inc. Por Irisbel Mello
Lokaos Rock Show