2º Panzer Fest – 07/12/2013 – Blackmore Rock Bar

2º Panzer Fest – 07/12/2013 – Blackmore Rock Bar

 
Em meio a toda dificuldade que a cena do Metal autoral brasileiro se encontra, principalmente aqui em SP com o excesso de atrações internacionais, a saída encontrada é as bandas fazerem os seus próprios eventos. 
O Panzer, banda de Thrash Metal de SP tomou a frente e criou o “Panzer Fest”, já na sua segunda edição, dessa vez no Blackmore Rock Bar.

O evento começou com cerca de 1h30 de atraso e a apresentação das bandas ficou a cargo do Vinícius Neves (Stay Heavy).
Quem abriu a noite foi a banda Fire Strike. Heavy tradicional com vocal feminino forte, afinadíssimo e sonoridade empolgante. Aqueles shows que te arrepiam e emocionam, saca? É assim uma apresentação do Fire Strike.
A vocalista Aline Nunes canta absurdamente bem e sem dúvida é uma das bandas que mais vem se destacando na cena paulista.




Gravei a música “Master of The Seas” no show. Ela faz parte do EP “Lion And Tiger”. 
Abaixem o volume antes de dar play!


A segunda banda a subir no palco foi o Kamboja, que faz um Rock N’ Roll sem firulas e cantado em português. Simples e direto.
Confesso que de início achei engraçado a descontração e o excesso de palavrões do vocalista, mas o show acabou sendo um  belo fiasco. Eu não sou de fazer resenhas negativas de ninguém (quando eu não gosto, simplesmente não escrevo), mas nesse caso é diferente. 

Sabe quando você se encolhe na cadeira, coloca a cabeça no ombro do amigo ao lado e diz “Cara, que que ele tá fazendo?”, sentindo uma vergonha alheia sem tamanho?
Ofender as garotas que posaram para o Metal Girls com nomes dos mais escrachados possíveis (de puta pra baixo) , tentar se esfregar em uma das meninas, dizer que mulher só presta porque tem b*ceta e muitos outros absurdos, na boa…que “atitude” babaca e infantil. 
O vocalista faltou respeito com o público, com as mulheres, com a organização, com os demais músicos, com tudo. 
Todo mundo, principalmente os que estavam na parte superior da casa, ficaram muito putos da vida exaltados e só depois que o vocalista se retirou (ou retiraram ele?) que as coisas voltaram a ficar divertidas como estavam antes. A briga só não se consumou mesmo porque ninguém ali queria estragar a festa.
Cabe aqui dizer que os demais integrantes do Kamboja (Frank Gasparotto, André Curci e Paulão Thomaz) não fizeram parte do ato praticado pelo vocalista, Fabio Makarrão.
Fiquei extremamente decepcionada. Respeito, educação e bom senso passaram bem longe, infelizmente. 
Espero, de verdade,  que o episódio tenha servido de aprendizado e não se repita nem com eles, nem com outra banda, em nenhum outro lugar.  Ninguém merecia ouvir aquele tipo de coisa e nem preciso dizer que mulher nenhuma deve ser tratada daquela forma.
Depois da cena desastrosa, Vinícius Neves foi ao palco se desculpar pelo ocorrido, tentando contornar a situação de uma forma bem humorada e fazer a devida divulgação do calendário Metal Girls e foi muito aplaudido, o que evidenciou ainda mais o descontentamento geral com o episódio que tinham presenciado.
 
O Executer, banda de Thrash Metal das antigas, veio na sequência com a missão de fazer as pessoas esquecerem o incidente e voltar a se divertirem depois de tamanho mal estar. Missão cumprida! Som pesado e veloz pra nenhum thrasher colocar defeito.
Uma pena que a foto que tirei não ficou boa, mas queria agradecer publicamente aos integrantes do Woslom e HellLight por me fazerem gargalhar ao abrirem roda juntamente com uma garota que estava bem eufórica com o show do Executer. 😉
 
O Panzer veio logo após e fez uma apresentação com sangue no olho. Daquelas pra bater cabeça loucamente, destilando todo a raiva em músicas do EP “Brazilian Threat” e do novo álbum “Honor”.  O show ainda contou com a participação do Silvano Aguilera, vocalista do Woslom, na música “Savior”. 
Creio que muita gente tenha ficado com dores no pescoço no dia seguinte, como eu. Shows do Panzer são sempre memoráveis. Sempre!
Toda vez que tentava ver um show do Vulcano nunca dava certo. Mas no Panzer Fest 2, deu! E lá estávamos pra conferir uma das bandas mais importantes do Metal Extremo brasileiro, num show altamente destruidor, que lançou nesse ano o álbum “The Man, The Key, The Beast”. Espero ter a oportunidade de assistir um show completo do Vulcano em breve.
 
Pra fechar a noite, vários músicos tocando clássicos do Metal mundial: Woslom, Panzer, HellArise, Eletric Age, Ancesttral, HellLight,  Anthares, Centúrias dentre integrantes de outras bandas, interpretando canções do Motörhead, Black Sabbath, W.A.S.P, Metallica, Pantera etc.
O que foi Vitor Rodrigues (Voodoo Priest) cantando Raining Blood? Sensacional!
Frequento o Blackmore Rock Bar há uns ‘milhões’ de anos, mas ainda não tinha ido depois da reforma e troca de direção. E ficou bem melhor! Mais espaçoso, palco com mais luz e o som na maioria dos shows, estava bom. Só a ventilação que não melhorou em nada, o lugar continua atingindo o 666º graus.
A cartela de bebidas está bem interessante e você pode experimentar até as cervejas do Iron Maiden e Sepultura por lá (claro que com aquele preço típico de bares da região).
A logística para entrar na casa foi péssima. É bem notório que precisam de mais funcionários na entrada e nos caixas. Fiquei cerca de 25 minutos na fila para efetuar o pagamento do que consumi. Espero que melhorem isso em breve.
 
Valeu muito a pena atravessar a cidade para ir à segunda edição do Panzer Fest. 
Sei que organizar um evento não é fácil e envolve vários riscos e sempre acontecem situações às quais não temos controle. Mas nada tirou o brilho da festa. 
Foram shows divinos, diversos amigos e conhecidos trocando ideia, tocando juntos, tomando uma cerveja e o principal: se divertindo ao som de Heavy Metal. Era pra isso que fomos lá.
Honor!

Fire Strike no Panzer Fest 2
Fire Strike
panzer fest 2
Executer
panzer fest 2
Panzer e Silvano Aguilera (Woslom)
panzer fest 2
Panzer
panzer fest 2
Vulcano
panzer fest 2
Vulcano
panzer fest 2
Vinícius Neves (Stay Heavy)

Nervochaos – 17 Years Of Chaos

Nervochaos – 17 Years Of Chaos

nervochaos - edu lane

 

O Nervochaos, banda de Death Metal de São Paulo, recebeu vários amigos, músicos e imprensa para a festa de lançamento do seu novo DVD  “17 Years of Chaos”.
 
O box conta com dois DVDs e um CD. Um documentário sobre a trajetória da banda, muito bem feito, engraçado e editado de forma dinâmica. Já são 17 anos na música extrema, diversas mudanças de formação, shows ao lado de nomes consagrados e turnês por vários países.

A festa ainda contou com shows do Hellsakura, Necropsya e o próprio Nervochaos, com participações especiais de ex-integrantes.


Compre o “17 Years of Chaos” clicando na imagem abaixo.
 
Texto por Iza Rodrigues
Fotos gentilmente cedidas por Leandro Cherutti

 

 

 

 

 

Juliana Rossi interpretando músicas do Nightwish

Juliana Rossi interpretando músicas do Nightwish

Juliana Rossi, ex vocalista do Ravenland e atual Sattva Rock, esporadicamente faz pocket shows nas estações de metrô de São Paulo. 
Na última sexta-feira, 02, a cantora interpretou na Estação Paraíso, clássicos dos finlandeses do Nightwish.
Eu sou fã assumida da fase antiga do Nightwish, creio que um dos álbuns que mais ouvi na vida foi o “Wishmaster” (E o “Oceanborn“, e o “Century Child“, enfim rs) e acompanho o trabalho da Juliana desde em que ela tinha uma banda cover de Nightwish, há um tempão atrás.


O show ainda teve participações da Juliana Novo (Crucifixion Br) cantando “Nemo”, Raphael Dantas em “Wish I Had An Angel” e “Beauty and The Beast” e Flávia Mornietari, (HellArise) em “Slaying the Dreamer”, performance essa que você confere no vídeo abaixo.

Juliana Novo, Raphael Dantas, Juliana Rossi e Flávia Mornietari

Panzer Fest

Panzer
Panzer

 

Em meio a protestos e uma agenda frenética de shows internacionais de Heavy Metal em São Paulo, a música pesada brasileira ainda luta pelo seu espaço – e muitas vezes o consegue.

Não era muito tarde quando encontrei uma porção de amigos para aproveitar que teríamos um festival com bandas excelentes, para também comemorar o meu aniversário. O Panzer Fest era convidativo: A volta de uma importante banda do cenário nacional após um hiato de 10 anos, lançamento do novo CD do Woslom além de mais 3 bandas, duas delas que eu já tive o prazer de assistir outras vezes, Nervochaos e Command 6.

Pouco tempo depois das 20h, veio ao palco do Cine Joia a banda Forka que mesmo sem baixista (que não pôde se apresentar por ter sofrido um  acidente), fez um excelente show. A banda que lançou nesse ano o álbum “Black Ocean”,  trás um Thrash Metal contemporâneo, com algumas pitadas de Death Metal e vocais que muitas vezes remetem ao MetalCore, porém, quem acha que o Forka é uma banda novata, se engana. Já são 10 anos de carreira e 3 álbuns lançados. 
Ouça a som do Forka clicando aqui
 
O Nervochaos, já conhecidos da cena de Metal Extremo brasileira, veio na sequência. 
Com mais de 15 anos de carreira e tendo feito shows em diversos países, a banda  traz  um Death Metal rápido, pesado e direto. 
Promovendo seu último álbum (de uma discografia com 6 títulos) “To The Death”, apesar de um show curto, foi tempo o suficiente para varrer músicas que já se tornaram clássicos da banda.
Ouça o som do Nervochaos clicando aqui

Os anfitriões da noite, Panzer, vieram na sequência. 
Depois de quase 10 anos de pausa, a banda retorna as atividades, agora com Rafinha Moreira (ex Reviolence) nos vocais e Rafael DM (Devon) no contrabaixo, além de membros da formação original Edson Grassefi (bateria) e André Pars (guitarra).
Mesclando canções dos álbuns “Inside” (1999) e “The Strongest” (2001) juntamente com o single “Rising” e do EP “Brazilian Threat”, ambos lançados em 2012. Um show cheio de garra, peso e muita, muita agitação. 
Estamos todos ansiosos pelo novo álbum que está em processo de gravação.
 
Quem frequenta o Menina Headbanger já sabe que o Woslom é uma das minhas bandas preferidas do Heavy Metal Brasileiro.
Aproveitando a oportunidade do Panzer Fest para lançar seu mais novo álbum, “Evolustruction” (que nome difícil! rs) e focando o setlist nesse novo trabalho.
Depois do ótimo “Time to Rise” (que eu falei um pouco nesse post) e uma turnê europeia, o Woslom, claramente influenciados por Metallica antigo, Testament e Megadeth, se mostra ainda melhor no palco. Se você tiver a oportunidade de vê-los em sua cidade, o faça.
Assista o novo videoclipe do Woslom clicando aqui
 
O Panzer Fest foi fechado pelo Command 6, banda também já conhecida na cena paulistana e que eu já assisti umas 3 ou 4 vezes.
Promovendo o seu segundo álbum, “Black Flag”, é até difícil rotular a música que a banda faz. ‘Pesada, com melodias e de uma forma contemporânea?’. Pouco importa. Wash Rufino tem um voz super versátil e a banda vem se destacando cada vez mais , justamente por fugir de esteriótipos.
O horário do show do Command 6 não foi dos melhores, obrigando muitas pessoas a irem embora antes do término, para que ainda conseguissem usar o transporte público, uma pena, já que a banda sempre faz um ótimo show, enérgico e pesado.
 
O Panzer Fest foi uma grande festa em prol do cenário da música pesada brasileira.
Boas bandas, num lugar com estrutura profissional, de fácil acesso e a um preço simbólico (cinco reais por banda!). 
Torcer para que aconteça outras edições!
Quem não foi, com certeza perdeu uma grande festa.
Forka no Panzer Fest
Forka

 

Nervochaos no Panzer Fest
Nervochaos

 

Panzer
Panzer
Panzer
Panzer

 

Woslom
Woslom

 

Woslom no Panzer Fest
Woslom

Texto por: Iza Rodrigues
Fotos por: Evandro Camellini

Infelizmente, não temos fotos do show do Command 6 =/

Shadowside e SupreMa – 26/05/2013

Dani Nolden, vocalista do Shadowside
Depois de passar 2 meses na Europa excursionando ao lado do Helloween e Gamma Ray, o Shadowside voltou ao Brasil para um grande show em São Paulo, juntamente com a banda SupreMa e em parceira com o WikiMetal. 
 
Antes do show, as bandas receberam a imprensa para uma coletiva onde o Shadowside falou sobre a turnê europeia e futuros projetos e o SupreMa anunciou seu novo baixista, Fabio Carito, que também toca no Shadowside e no Instincted.
 
Com cerca de 30 minutos de atraso, o SupreMa  veio ao palco. 
Lançando seu novo trabalho, “Traumatic Scenes”, a banda faz uma mescla entre Power e  Prog Metal. 
O vocalista Pedro Nascimento parecia bastante nervoso e o set contou também com covers de  “Overture 1928” e “Strange Deja Vu” do Dream Theater, com Daniel Santos,  da banda cover de DT Scenes From a Dream, nos teclados.
A apresentação do SupreMa se encerrou com a participação do produtor Heitor Rangel, tocando guitarra na música “Nightmare”.

Tocando diversas músicas do seu último álbum (e muito bem recebido), “Inner Monster Out“, o Shadowside  voltou ainda mais afiado após quase 2 meses em tour pela Europa.

Músicas como “My Disrupted Reality“, “Angel With Horns” e a veloz “Waste Of Life” fizeram o público enlouquecer.
Faixas dos álbuns anteriores “Dare to Dream” e “Theatre of Shadows” também tiveram espaço no setlist com “Highlight“, “Hideaway“, “Baby in the Dark” e um medley de “Vampire Hunter/ Illusions/ We Want a Miracle“.

O show terminou com uma jam entre o Shadowside e o SupreMa, fazendo covers de “Aces High” do Iron Maiden e “Ace of Spades” do Motörhead. Uma verdadeira festa!

Dani Nolden, sem dúvida, é uma das melhores vozes do Metal brasileiro. O Shadowside fez um show perfeito, com som e iluminação impecáveis, que em nada diferenciava a produção de um show estrangeiro e a preço acessível. Porque pouco público? Assunto para um outro texto 😉
Se você tiver a oportunidade de assistir a um show deles, não perca tempo!

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Shadowside e Suprema – 26/05/2013 – Via Marques – São Paulo

Texto por Iza Rodrigues
Fotos cedidas por Henrique Pimentel

Fanpage Oficial do Shadowside | Fanpage Oficial do Suprema

Dani Nolden, vocalista do Shadowside

 

Fabio Carito, baixista do Shadowside, Suprema e Instincted

 

Shadowside e SupremaShadowside e Suprema

 

Douglas Jen, guitarrista do Suprema

 

Accept – São Paulo – 06/04/2013 – Carioca Club

Show do Accept em S]ao Paulo, 2013

 

Sabe aquela tristeza que bate quando você sabe que vai perder um show de uma banda querida? Eu estava imersa nessa tristeza, pois sabia que ia perder o show do Accept. Até que dona Lady Cadaverius, do blog Make Up For Girls Of Rock N’ Roll me deu de presente ingressos para o show, já que ela não poderia ir. Imagina a minha felicidade? =D
Show do Accept em S]ao Paulo, 2013
Quase não consegui chegar ao show devido à paralisação das linhas de trem em São Paulo e o enorme congestionamento que se formou no meu bairro e arredores devido a isso. O trajeto que eu levaria 50 minutos foi feito em 3 horas. Seria azar demais ganhar o ingresso e não conseguir ir, né?
 
Deixo aqui registrado o quão tranquila foi a entrada. A produtora responsável, 8×8 Live, utiliza de leitores ópticos para validar o código de barras dos ingressos. Mesmo com a fila dobrando o quarteirão, eu consegui entrar na casa em 10 minutos. Fica a dica para as produtoras que fazem o público pegar duas filas: Uma para trocar ingressos e outra para entrar na casa.
 
Houve uma mudança de local dias antes do show, da casa A Seringueira para o Carioca Club, que anda recebendo diversas bandas de música pesada e creio que a escolha do novo local calhou bem. O Carioca Club ficou lindamente cheio!
 
Com cerca de meia hora de atraso, começava a realização de um sonho: Assistir um show do Accept. Quem não gosta de ver bandas que ajudaram a escrever a história do Heavy Metal, não é verdade?
 
No Brasil pela segunda vez, agora divulgando o novo álbum “Stalingrad“, o Accept fez um show digno de ser chamado de “aula”. Alegres e fazendo o público cantar e pular a todo tempo. Wolf Hoffmann é um dos guitarristas mais felizes que eu já vi em ação. E o vocalista Mark Tornillo
 
Com um setlist equilibrado, mesclando novas canções (que o público mostrou conhecer bem) e os clássicos que consagraram a banda, dali da pista, no meio da muvuca, do suor escorrendo, dos olhos com lágrimas que vi em alguns e dos sorrisos cheios de satisfação dava pra sentir bem o quanto valeu a pena ter ido assistir os alemães. Pude ver vários amigos se abraçando, pulando junto, banhando-se em cerveja e felicidade. Ficando roucos a cada coro. A cada refrão de “Princess of the Dawn” ou “Fast as a Shark“.
 
Voltaram para um bis ainda mais energizante: “MetalHeart”, “Teutonic Terror” e “Balls to the Wall”. Impossível ficar parado. Aliás, quem estava na pista com aquele mar de gente pulando de forma ensandecida, deve ter sentido bem o chão de madeira do Carioca Club oscilar.

 

Porque show bom é aquele que descabela. Que faz a maquiagem derreter. Que deixa o pescoço doendo pelos próximos 3 dias e  um zuuummm nos ouvidos.
 
Accept – 06/04/2013 – Carioca Club – São Paulo/SP
Hung, Drawn and Quartered
Hellfire
Restless and Wild
Losers and Winners
Stalingrad
Breaker
Bucket Full of Hate
Monsterman
Shadow Soldiers
Neon Nights
Bulletproof
Aiming High
Princess of the Dawn
Up to the Limit
No Shelter
Pandemic
Fast as a Shark
 
Metal Heart
Teutonic Terror
Balls to the Wall
 
Accept:

Mark Tornillo (vocal)
Wolf Hoffmann (guitarra)
Herman Frank (guitarra) 
Peter Baltes (baixo) 
Stefan Schwarzmann (bateria)

Texto por Iza Rodrigues | Fotos  por Henrique Pimentel

 

Show do Accept em S]ao Paulo, 2013

Show do Accept em S]ao Paulo, 2013


Show do Accept em S]ao Paulo, 2013


Show do Accept em S]ao Paulo, 2013


Show do Accept em S]ao Paulo, 2013

Show do Accept em São Paulo, 2013

Voodoo Priest, Command 6 e Hatematter – 22/03/2013 – Hangar 110

Voodoo Priest - foto por Leandro Pena para o Menina Headbanger
 Texto por Iza Rodrigues | Fotos por Leandro Pena
 

Após a saída do vocalista Vitor Rodrigues do Torture Squad, todos esperavam ansiosamente pelo seu retorno em uma nova banda.
Na última sexta-feira, o vocalista estreou num show com o Voodoo Priest, ao lado de outras (ótimas) bandas do Metal brasileiro, Command 6 e Hatematter.

Hatematter - foto por Leandro Pena para o Menina Headbanger
 
 
Hatematter - foto por Leandro Pena para o Menina Headbanger
O Hatematter abriu a noite com músicas do seu primeiro álbum “Doctrines”.
A banda trás um som pesado, algo entre o Thrash, com passagens de Death, mas também  com partes melódicas e vocais limpos, com influências que remetem a Pantera e Nevermore.
Os rapazes lançaram em 2012 o clipe para a música “No Conscience”, que vale a pena assistir. Um dos melhores videoclipes do Metal brasileiro, sem dúvida alguma.
Command 6 - foto por Leandro Pena para o Menina Headbanger
Command 6 - foto por Leandro Pena para o Menina Headbanger
Na sequência vieram os rapazes do Command 6, que eu já tive o prazer de assistir várias vezes. 
Com uma presença de palco ímpar, principalmente pelo vocalista Wash e pelo baixista Johnny Hass, o Command 6 trouxe músicas do álbum “Black Flag”, lançado em 2012, e apontado por vários veículos da mídia especializada como um dos melhores álbuns do ano. Não é pra menos, a banda trás músicas com refrões pegajosos, mesclando peso e melodias, envoltos num show super enérgico.
 
Pouco tempo depois, veio ao palco o Voodoo Priest que lançou neste show o seu primeiro EP, distribuído gratuitamente a todos as pessoas que adquiriram ingresso.
 
Além de contar com Vitor Rodrigues (ex – Torture Squad) nos vocais, a banda trás outros importantes músicos da música pesada brasileira: César Covero (Endrah) e Renato de Lucas (Exhortation) nas guitarras, Bruno Pompeu (Agression Tales) no baixo e Edu Nicolini  (Nitrominds / Musica Diablo) na bateria.
 
O setlist trouxe não só faixas do EP, mas abriu espaço para músicas inéditas, covers do Carcass (Heartwork), Iron Maiden (Aces High) e também, Torture Squad, porque não? “Pandemonium” e “Chaos Corporation” levantaram ainda mais o público.
 
Para fãs de Thrash e Death Metal, não deixem de conferir o trabalho do Voodoo Priest, prato cheio pra vocês. 
 
Voodoo Priest - foto por Leandro Pena para o Menina Headbanger
Voodoo Priest - Foto por Leandro Pena para o Menina Headbanger
 
 Texto por Iza Rodrigues | Fotos por Leandro Pena