Uma história Epica

Deixa eu contar uma pequena história da minha vida. =D

 
Em dezembro de 2005, estava eu no laboratório de informática da faculdade e faltavam uns 3 dias pro show do Epica. Eu amo Epica! Estava sem grana pra comprar o ingresso e fiquei procurando promoções na internet. Todas já tinham fechado, exceto do site da extinta revista ValHalla. Mandei um e-mail me inscrevendo e em cinco minutos recebi uma resposta: Ganhei um ingresso, yes!
 
Na fila fiz amizades maravilhosas (Oi Ed, Fefa, Dani, Fernanda e Márcio!) e o show foi estupendo.
 
Depois do show, o tecladista Coen Jansen veio até a platéia e eu consegui um autógrafo e tirei foto. Me lembro de ter pego a assinatura do então guitarrista, Ad Sluijter também. Um amor de pessoa.
 
Mas não parou por aí. Depois de horas esperando, consegui pegar autógrafos e tirar fotos com a Simone Simons, o então baterista Jeroen Simons e o baixista (gato) Yves Huts. Mas faltava um integrante: Mark Jansen! E nada dele aparecer.
 
Dias depois, a garota (Oi Carla!) que tinha tirado minha foto com o Coen, tecladista, me mandou um e-mail dizendo que o cartão de memória deu problema e tinha apagado as fotos, mas pra eu não ficar triste, porque o Epica ia gravar o Stay Heavy e eles estavam escolhendo alguns fãs pra assistir. Há!
 
Mandei e-mail de tarde e a noite recebi uma resposta dizendo que sim. Fui uma das escolhidas! =D
 
Comprei uma camiseta da Holanda e levei pra eles autografarem. Foi tudo muito lindo.
E depois ainda os vi novamente no show do Blackmore. Eles devem ter cansado da minha cara rsrsrs.
 
Eu não tenho a menor idéia de onde foram parar as fotos. Perdi. =/ Mas tudo ainda corre vivo na minha memória. 
Só achei uma foto. Felicidade estampada no rosto. Não liguem pra mina cara de menina. Eu só tinha 18 anos!


 
Depois desse show, o Epica veio mais duas vezes ao Brasil, mas eu só pude ir em um dos shows, na turnê no The Divine Conspiracy. Mas fiquei com vergonha de me aproximar rs. Vai que eles pensam “olha a doida da camiseta da Holanda” kkkkkk
 
A camiseta, autografada por todos os integrantes do Epica, recebeu mais tarde autógrafos do After Forever (amo!) e do The Gathering. Ambas também, de todos os integrantes.
 
 
Tirei essa foto há alguns anos. A camiseta da Holanda, ingressos  diversos. Autógrafos do Sepultura (outra história legal pra contar), pôster autografado pelo Epica e outro pelo Leaves Eyes/Atrocity. Na foto ainda faltam outras coisas…autógrafos do Therion, Stratovarius Lauri Porra, seu lindo, Primal Fear etc.
 
É…Aventuras de uma headbanger adolescente!

Epica – Solitary Ground (ao vivo no Stay Heavy)

Estilo: Symphonic
País: Holanda
Álbum: Consign To Oblivion
Ano: 2005
Site: www.epica.nl
 
 

 

O que acontece com o Rock em São Paulo?

São Paulo não pára. Todo mundo sabe. 
 
Cidade cheia, onde se encontra de tudo um pouco, São Paulo é um berço cultural, abrigando todos os povos e seus hábitos e gostos. E com o Rock/Heavy Metal não é diferente.
 
Temos a Galeria do Rock (que pra nós que moramos aqui nem é grande coisa, mas muita gente sonha em ir pra lá), a cidade sedia 99.9% de grandes shows, existem diversas casas de espetáculo, bares etc. E é dos bares que eu venho falar hoje.
 
A LedSlay tem mais de 40 anos de história e não há quem não tenha uma boa história pra contar daquele lugar. Não que a LedSlay seja um lugar bonito, agradável e limpo, longe disso,  mas lá curti minha adolescência, fiz amizades maravilhosas, tomei porres e banguei muito.
 
A maioria dos shows da casa eram voltados a bandas covers (alguns nem tão bons) e de som próprio, mas a Led (apelido carinhoso) já abrigou shows do Grave Digger, Cannibal Corpse, Behemoth, Dark Funeral, Marduk, Desaster, Gorgoroth, Dismember, Exodus, Candlemass e quase abrigou um show do Anathema, cancelado em cima da hora devido a uma denúncia que a casa funcionava irregularmente. Fora os shows de grandes bandas nacionais como Torture Squad que até gravou um DVD lá, Andralls, Korzus, Vulcano, Massacration e tantos outros.
 
O fato é que entrei no site da LedSlay, e me deparei com um comunicado anunciando o seu fechamento, depois de 42 anos de muito som pesado. Uma pena. Era um local grande, se comparado a outra casas do gênero, de fato mal conservado e com uma programação que devia ser revista.
 
Essa semana alguns amigos disseram que outra casa está para fechar, O Kazebre, que já teve apresentações do Angra, Dr. Sin, Shaman, Matanza, Torture Squad, Krisiun, Korzus, Sepultura e Possessed etc. No site não há nada referente ao assunto, mas caso o encerramento das atividades se concretize, será mais uma grande perda para o cenário musical da cidade.
 
Com o fechamento da LedSlay e o possível fechamento do Kazebre, parei pra pensar quantos e quantos bares de Rock, Heavy Metal e Gótico já não existem mais. Seja por falta de planejamento, de programação atraente, de preços convidativos, de marketing eficaz, de ambiente agradável etc.
 
Alguém lembra do Black Jack Rock Bar? Do After Dark, Madame Satã, Néftis, Arena Metal, Crow Bar, Morpheus, Seven Beer, M868, Sabbath, Rock Dog Bar, Castelo, Salamandra, Dynamo…Alguém lembra de mais algum?
 
Com todas essas baixas, o que nos resta?
 
Vou abrir o Iza Metal Bar, porque do jeito que está fica difícil, viu…
 
 

Rótulos

 
 
Eis aí um assunto polêmico.

Com o passar dos tempo foram criados dezenas de nomeações para denominar bandas X e Y. Muita das vezes, somente a temática das letras já eram o suficiente para criar novos sub-gêneros do Heavy Metal (têm banda que se intitula War Metal, Fantasy Metal, Splatter Metal e até Erotic Metal) Sinceramente? Pura bobagem.

Óbvio que, se a música é diferente, deve ser enquadrada numa categoria também diferente (Manowar não é igual ao Deicide, que não é igual ao Helloween, que não é igual ao Tristania, que não é igual ao Tuatha De Danann e assim por diante), mas existe um excesso de denominações que só serve pra confundir. (DeathCore? Glam Metal? Groove Metal? Industrial Metal? Rap Metal? Death Doom? MeloDeath?)?

Mas o intuito desse post não é dizer o que é certo ou errado, ninguém aqui é o dono da verdade e muito menos para criar novas denominações. É tão somente para explicar que aqui, no Menina Headbanger, trataremos dos rótulos do Heavy Metal na sua mais pura e simples divisão: Heavy / Power / Thrash / Black / Death / Doom / Prog / Sinfônico (Espero que esta seja a mais simples!)

Afinal, pra quê complicar?

Dia Mundial do Rock

Com o propósito de arrecadar fundos para pôr fim a fome na África, o Live Aid foi um festival de música que aconteceu simultaneamente nos Estado Unidos e na Inglaterra no dia 13 de julho de 1985, dando origem ao Dia Mundial do Rock.

Se apresentaram no Live Aid bandas como Status Quo, U2, The Who, David Bowie, Elton John, Paul McCartney, Freddie Mercury, B.B. King, Black Sabbath, Judas Priest, The Pretenders, Simple Minds, Santana, Led Zeppelin, Mick Jagger e muitos, muiiiiitos outros.