Rhevan – Perpetually

banda de gothic metal rhevan

álbum perpetually da banda rhevan
Se existe uma palavra em que posso resumir o que senti ouvindo Perpetually (2009) do Rhevan, é nostalgia! Sim. Fui imediatamente remetida ao início dos anos 2000, onde a febre era o “Beauty and the Beast” e eu fiz parte do público que enlouquecidamente lotava os shows do Tristania, After Forever, Leaves Eyes, Nightwish e afins. Com paixão e afinco.

Formada em 2007, oriunda do Mato Grosso do Sul, o Rhevan faz um Gothic/Symphonic Metal com todos os atributos já conhecidos do estilo. Belos teclados e vocal lírico (lindo, diga-se de passagem) contrastando com vocal gutural.

Perpetually é um álbum coeso, daqueles que você ouve do início ao fim, é difícil destacar uma canção ou outra, mas eu fico com Empty Soul que tem um belo refrão, daqueles que a gente se pega cantarolando pelos cantos, Castle of Glass com suas belas linhas de contrabaixo, Bravery, Honor and Glory e a You said me, balada simples, porém linda, que só evidencia ainda mais a beleza da voz de Dani Navarro.

Se você já é fã do estilo, não pode perder!

Rhevan – Perpetually (2009)

01 – In The Depths Of Delusion
02 – Mourning Tears
03 – Fortune and a Name
04 – Deep Waters
05 – Empty Soul
06 – Castle of Glass
07 – Frontline
08 – Bravery, Honor and Glory
09 – Arkhadia
10 – You Said Me
11 – Thompson’s Lullaby

Formação Atual:
Daniele Navarro – vocal
Thiago Azevedo – guitarra/vocal 
Gleydson Keyler – guitarra 
Aldo Carmine – baixo
Matheus Mattos – bateria


Faça o download LEGAL aqui

Não sei o que aconteceu com o vídeo que estava no YouTube.  Na hora de postar só achei o Making Off da música Fortune and A Name, mas que já dá pra ouvir um pouco do que o Rhevan propõe. Quando o vídeo voltar a ativa eu atualizo aqui.


Site Oficial | My Space
Uma banda da Metal Media

Almah is on the altar!

Com dois integrantes do Angra em sua formação, Edu Falaschi (vocal) e Felipe Andreoli (baixo), se você espera algo no mínimo similar, esqueça. O Almah tem sua própria identidade. Pesado e direto. Não cabe aqui nenhuma comparação. E ponto.

Depois do ótimo Fragile Equality (2008), as expectativas em cima do lançamento do Motion eram gigantes. O fato é que com uma mistura de Power, Prog e Thrash (yes!), o álbum surpreende a cada faixa, cada riff, cada solo, cada letra, cada urro. Afinal, músicos competentes, vocal agressivo, guitarras de 7 cordas em baixa afinação e letras que nos fazem pensar, não há como ser ruim.

Motion começa com a pesada Hypnotized, onde logo de cara nota-se a mudança no direcionamento musical da banda. Em seguida vem Living and Drifting, rápida, pesada, com refrão pegajoso e vocal agressivo. É impossível não imaginar o quão bem recebida ela será ao vivo. Quem só conhece Edu Falaschi cantando em altas notas no Angra, irá se surpreender certamente.

O CD segue com Days of The New e Bullets On The Altar, cadenciada, com tema forte e talvez a letra mais bonita do disco. Trata do quão influenciáveis as pessoas podem ser e as atrocidades que são capazes de cometer em nome de algo que acreditam cegamente. Até onde a fé é saudável e benigna?

Impossível não ficar com o refrão de Zombies Dictator grudado na mente. Uma das músicas mais impactantes do disco, tem a participação de Victor Cutrale, vocalista do Fúria Inc., que somou ainda mais peso ao som. Um dos pontos altos do álbum.

Motion segue com Trace Of Trait, já conhecida do público, foi a escolhida para ser o primeiro single e Soul Alight que começa com bumbo acelerado, numa pegada Death Metal, mas logo cadencia, aliás o trabalho é todo assim, um equilíbrio entre o pesado e o melódico, um contraste entra a agressividade e a calmaria. 

Late Night in ’85 é uma balada que emociona não só por sua melodia cativante, mas também em saber que a letra trata de algo tão particular na vida de Edu Falaschi, o falecimento de seu pai. Melancólica, triste, porém cheia de força. É a próxima música de trabalho do Motion.

Daydream Lucidity conta com a participação de Thiago Bianchi, vocalista do Shaman, e o álbum fecha com When And Why, balada com uma pegada Country, muito gostosa de se ouvir e mostra o quão versátil é a voz de Edu Falaschi.

Eu poderia dizer que esse álbum é pesado, potente, destruidor, fodão dentre outros adjetivos sinônimos, mas ele consegue ser ainda mais que isso. Ele é VICIANTE e merece com certeza, várias audições.

A evolução em linguagem, temática e técnica é evidente. Sem dúvida alguma, o Almah chegou ao topo do Metal Nacional. Dispa-se de ‘pré-conceitos’ e apaixone-se! Movimente-se!

Almah – Motion (2011)

01 – Hypnotized
02 – Living And Drifting
03 – Days Of The New
04 – Bullets On The Altar
05 – Zombies Dictator (com Victor Cutrale – Fúria Inc.)
06 – Trace Of Trait
07 – Soul Alight
08 – Late Night in ’85
09 – Daydream Lucidity (com Thiago Bianchi – Shaman)
10 – When And Why

Formação:

Edu Falaschi – Vocal (Angra)
Marcelo Barbosa – Guitarra (Khallice)
Paulo Schroeber – Guitarra (Astafix / Hammer 67)
Felipe Andreoli – Baixo (Angra)
Marcelo Moreira – Bateria (Burning in Hell)

Lembrando que no dia 29/10 tem o show de lançamento da Motion Tour, aqui em São Paulo, no Manifesto Bar.

Compre o Motion aqui

Contato para shows: Agência Base2 (11) 3673-2758  / shows@base2producoes.com.br






Bruno Masquio


Oi meninas! Aqui é a Karol, colaboradora do blog. 


Hoje vim falar sobre um músico independente, o baixista carioca Bruno Masquio. Ele já lançou um CD solo, intitulado “Brainstorm” em outubro do ano passado, já tocou com Steve Grimmett do Grim Reaper, uma lenda do NWOBHM, e já foi baixista das bandas NUKEN e Heróis da Noite e também é professor de baixo.

Falar que o Bruno é talentoso é chover no molhado. Dê uma olhadinha nos vídeos e uma passada no MySpace. É de cair o queixo! (Mas ele já tem dona, ouviram, meninas?? Run… é isso aí, vocês entenderam).

Bruno começou tocando baixo aos 15 anos. Antes disso, ele já tinha ganhado um violão de presente e foi assim que entrou na música. Começou a tocar contrabaixo porque não queria ser “só mais um guitarrista”.

Suas maiores influências são Steve Harris (obviamente!) e Billy Sheehan. Ele mesmo produz seus vídeos, que possuem muuuuuuuitas visualizações no YouTube.

Sobre o CD, é praticamente obrigatório para quem curte Heavy metal e música instrumental. Ele mesmo o produziu e gravou guitarras, teclados, mixagem e masterização (meu Deus, é o homem Bom Bril 1001 utilidades! Haha =P). Não é um álbum cansativo, porque nenhuma musica ultrapassa 5 minutos. Há momentos bem headbangers, como na primeira faixa “Warfare” e momentos mais calmos, como em “First Step” e “Angels Call”. Muita gente pode até torcer o nariz por não ouvir a guitarra em evidência como todos são acostumados a ver, mas o baixo é um instrumento importante e faz falta na música que a gente curte, concordam? 

Vale a pena conferir! =D

Link para a compra do CD:  www.brunomasquio.com/brainstormvenda




Metal para bebês


Há pouco tempo atrás, o Def Leppard lançou um CD com canções de ninar e muita gente desceu a lenha. Só não entendi bem a razão.

 
Existem no mercado VÁRIOS CD’S como esse do Def Leppard. Isso não é inédito. 
 
A coletânea The Best of Heavy Metal for Babies tem  músicas em versões simples e calmas, música de ninar mesmo. Agora não funciona tanto, mas quando a Melissa (minha filha) era recém nascida ela dormia no meio da segunda música (e eu também!). Tem músicas do Helloween, Angra, Pantera, Megadeth, Iron Maiden, Ozzy, Stratovarius, Judas Priest dentre outros, tudo numa versão cute!
 
Outro que vale a pena colocar o bebê pra ouvir é o Harptallica, que são músicas do Metallica tocadas na HARPA! Gente, é algo MUITO calmo, que dá MUITO sono. Vocês não tem noção!
 
Seguindo essa mesma linha, tem também Cd’s do Pink Floyd, Elvis Presley, Rolling Stones e agora esse, do Def Leppard, que causou esse bafafá todo. Tem gente dizendo que a banda chegou ao fim do poço. Que nada, é só mais um nicho do mercado a ser explorado. Boa parte das pessoas tem, ou um dia terão um filho, nada mais justo que colocar música que julgamos boa pra essa criança ouvir. Não é mesmo? Porque só um pai/mãe desmiolado colocaria a versão original para um recém nascido ouvir, sinceramente.
 
Deixem os bebês curtirem o Rock deles em paz, pôxa!