Novo videoclipe da HellArise

Novo videoclipe da HellArise

hellarise - functional disorder

Depois de registrar em vídeo como foram as gravações do novo EP da HellArise, “Functional Disorder”, fiquei encarregada de dirigir e editar o videoclipe da banda para a música “More Mindless Violence“.

Foram 2 dias de gravações, em locações diferentes, onde enfrentamos problemas com áudio, gerador, chuva e alguns outros. 

Contamos com a participação do IMAT, time de Airsoft, esporte que simula táticas militares de guerra. 
Conheça mais sobre ele clicando aqui.
Ouça “Funcional Disorder” no BandCamp da HellArise

hellarise - functional disorder - more mindless violence
Flávia Morniëtári
hellarise - functional disorder - more mindless violence
Mirella Max
hellarise - functional disorder - more mindless violence
Kito Vallim
hellarise - functional disorder - more mindless violence
Felippe Max

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HellArise – More Mindless Violence (Official Video) from HellArise Official on Vimeo.

Dynahead – Chordata I

Dynahead - Chordata I

 

Em um mercado onde cada dia mais os artistas preferem se basear na repetição, seguindo as últimas tendências ou não abandonando o tradicional, adotar o caminho inverso e explorar novas e diversas direções requer ousadia e criatividade.
 
Após o “Youniverse“, lançado em 2011, álbum conceitual que trata da origem do universo segundo a Cosmologia, os brasilienses do Dynahead lançam agora “Chordata I“.  Mais uma obra conceitual, dividida em duas partes, que aborda o surgimento da vida de acordo com a Biologia.
 
A criação da arte gráfica ficou a cargo de Chris Panatier, um artista americano que utiliza de nanquim e aquarela, conseguindo um resultado belíssimo e que foge dos arquétipos das capas de álbuns das bandas de Heavy Metal.
 
Rotular a música do Dynahead não é uma tarefa fácil e diria que até desnecessária. Dynahead é uma mistura de gêneros, formas, sensações e sentimentos. Esperar que o som deles soe de uma forma pré-definida, X ou Y, é um erro.  E é justamente o não conseguir prever qual será o desenrolar de cada canção que torna o trabalho da banda ainda mais envolvente.
Chordata I” é um emaranhado de influências, cadências e ritmos. Tem seus momentos rápidos e pesados, mas também os melódicos, onde o vocalista Caio Duarte (que também gravou a bateria) explora os vocais limpos bem mais do que nos outros álbuns.

Difícil destacar faixas de um trabalho que você vem ouvindo há tempos e já se apegou a todas elas, ainda mais num álbum tão diversificado. Mas podemos ressaltar a “Abiogenesis”, que  abre o álbum de forma calma, mas logo acelera, as pesadas “Bred Patterns” e “Collective Skin“, a belíssima (e minha preferida) “Growing In Veins” e “Hallowed Engine“, uma canção sinuosa que passeia pelo Doom e Thrash Metal, tem suas partes melódicas e nos surpreende com um samba (!).

Dynahead é tudo isso. Diversidade e complexidade. 
Uma viagem onde, para embarcar, você tem de estar despido de qualquer pré-conceito e deixar ser levado para lugares nunca explorados.

A banda fez lyric videos para todas as músicas do álbum. Inusitados, alguns chocantes e outros engraçados, o trabalho audiovisual serve como complemento ao conceito da obra que terá sua segunda parte lançada em março de 2014.

Você pode adquirir o “Chordata I” e baixar os outros CD’S do Dynahead clicando aqui

Formação:

Caio Duarte – Vocal (bateria / teclado)

Diogo Mafra – Guitarra
Pablo Vilela – Guitarra
Diego Teixeira – Baixo

Dynahead – Chordata I

Abiogenesis
Bred Patterns
Collective Skin
Dawn Mirrored in Me
Echoes of the Waves
Foster
Growing in Veins
Hallowed Engine
Inevitable

Site Oficial |  FanPage


 
Dynahead - Chordata I
Dynahead - Antigen, Youniverse e Chordata
Minha pequena coleção 😉
Dynahead - Antigen
Camiseta cinza…Quem não tem uma? 😉

Harllequin – Hellakin Riders

Mais uma banda da capital do nosso país! O Metal brasiliense sempre me trás grandes surpresas. O Harllequin surgiu em 2005, fizeram diversos shows pelo país, mas se separaram em 2008, mesmo sem lançar o álbum que já estava pronto, Hellakin Riders.


A banda agora está com novos integrantes e quem foi ao Metal Open Air já conhece esses rapazes: São os mesmos que fizeram o show do Dark Avenger .

Hellakin Riders é um álbum conceitual e conta a história do Bando de Arlequin que, segundo a banda “é uma lenda espanhola de um grupo de cavaleiros que, amaldiçoados pelo Rei dos Mortos, foram condenados a vagar eternamente intangíveis, em uma dimensão na qual estavam vivos para os mortos e mortos para os vivos”.

A sonoridade do Harllequin consegue mesclar Power, Prog e Thrash Metal de uma forma cheia de dinamismo. O instrumental pesado e com diferentes andamentos contrasta com os agudos já peculiares do Mario Linhares, que dessa vez utiliza também de vocais mais rasgados, dando ao Harllequin sua própria identidade.

Não deixe de ouvir “Going to War”, “King of the Dead”, “The Riddle” (minha preferida) e “Ancestors”, balada que encerra o álbum lindamente.

Neste sábado, dia 12, os brasilienses fazem um show em São Paulo, no Manifesto Bar. Oportunidade única de ver de perto essa ótima banda. Eu estarei lá. Vamos?



Harllequin – Hellakin Riders
1. Three Days in Hell
2. Archangel Asylum
3. Going to War
4. Overshadow
5. King of the Dead
6. Hellakin Riders
7. The Riddle
8. The Bride
9. Daredevil
10. Ancestors
Formação atual:
Mario Linhares – Vocal

Ian Bemolator – Guitarra
Jeff Castro – Guitarra
Guilherme Maciel – Baixo 
Victor Lucano – Bateria

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Divine Uncertainty


Depois de muito tempo off, vamos voltar à ativa por aqui.

Pra quem gosta de Death Metal com melodias, no estilo Arch Enemy, Soilwork e In Flames, a banda paulista Divine Uncertainty, sem dúvida, vai agradar os ouvidos.

Eles lançaram em fevereiro o EP homônimo “Divine Uncertainty” que trás 5 faixas e pra uma delas, a “The Ego”, os rapazes me deixaram responsável de gravar um videoclipe.

Junto com o Daniel Aghehost, da Dark Radio, e com ajuda de muita gente, em essencial da Flávia Morniëtári, vocalista da HellArise, num dia quente e ensolarado, no topo de um prédio da Av. Paulista, gravamos o clipe e o resultado final é o que segue no vídeo abaixo. Espero que gostem!

Algumas fotos do dia da gravação

Behind The Beast – Iron Maiden

Grandes produções sempre me fascinaram. Toda vez que assisto um espetáculo, presto atenção em todos os detalhes possíveis. E como um dos meu jobs é o de produção de eventos, imagino tudo que foi preciso para tornar aquele espetáculo real, para que todos aqueles detalhes funcionem no momento certo.
Depois da tragédia que foi o Metal Open Air, fiquei pensando o quão importante vem a ser esse documentário do Iron Maiden, “Behind the Beast”, para todos aqueles que trabalham ou desejam trabalhar com organização de shows e eventos, culturais ou não.
A Donzela de Ferro é, incontestavelmente, uma das maiores bandas de Heavy Metal da história. Fazem shows gigantes, dignos de se chamarem espetáculo, para milhares de pessoas…Mas como é feito tudo isso?
Behind The Beast conta pequenos detalhes da engrenagem que faz tudo dar certo. Como abordado nesse post aqui, não se trata de um documentário focado no Iron Maiden, a banda, e sim em todo o processo necessário para que uma grande turnê – como a “The Final Frontier Tour” – aconteça.
A “Killer Krew”, como é chamada a equipe que acompanha o Iron Maiden, é composta por cerca de 50 pessoas (sim, cinquenta!) que ao decorrer de quase uma hora e meia de documentário, você consegue entender que cada um é peça fundamental para que tudo ocorra como planejado. Aliás, planejamento é a palavra chave de tudo isso.
Para a “The Final Frontier Tour” a banda decidiu investir na sua própria aeronave, o Ed Force One, já que havia uma grande dificuldade em vincular voos e fretes, ter um meio próprio de levar o necessário em pessoal e equipamento parecia ser a melhor solução. O avião foi desmontado e seguiu um projeto de engenharia para que metade dele, ao invés de pessoas, carregasse equipamentos. Nada mais que cinco toneladas de instrumentos, consoles, cabos e tantas outras parafernalhas (só para que todo equipamento esteja dentro da aeronave, leva-se mais de 4 horas).
Tudo ali é treinado. A equipe treina a melhor forma de acomodar os equipamentos no Ed Force One, o cenário começa a ser desenhado com mais de um ano de antecedência, a iluminação é desenhada da forma que realce ainda mais as cortinas utilizadas, para shows completos, como os que aconteceram no Brasil, o Big Eddie é enviado meses antes, por navio!
Imprevistos acontecem sempre, mas saber contorná-los tem que fazer parte de quem trabalha nessa área, e em “Behind The Beast” a Killer Krew se vira bem. Locais com palco torto e estruturas enferrujadas, fiação exposta e ameaça de bomba, e mesmo assim, o Iron Maiden sobe ao palco e faz o seu show.
Recomendo não só para os fãs da banda, mas também a todos curiosos, aspirantes e profissionais dessa área apaixonante!
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O Behind The Beast vem no Disco 2 do DVD “Iron Maiden – En Vivo”, gravado em Santiago, Chile, em 2011. Num setlist com 17 músicas e imagens captadas por 22 câmeras.

Kliav – This is a New Kliav

Se você é daqueles que prefere o tradicional ao novo, pare de ler agora mesmo, pois  a banda Kliav não irá lhe agradar. 
 
Vindos da cidade de Campinas, São Paulo, o quinteto tem uma sonoridade que mescla Thrash e MetalCore (trilhando muitas vezes caminhos que levam ao New). Pesado, potente e contemporâneo.
 
O EP “This is a New Kliav” (download gratuito pelo site oficial), trás quatro faixas que variam entre mais rápidas e pesadas, e ora com andamentos mais cadenciados, diversificando ainda mais a música dos rapazes.
 
“Bullet Time” foi certamente escolhida para um registro audiovisual de produção e fotografia invejáveis. A música é a que mais se destaca no EP e mostra toda a fúria e insanidade da Kliav.
 
Kliav – This Is A New Kliav (2010)

01. Can You Hide?
02. This is a New Kliav
03. Fame’s Virus
04. Bullet Time


Formação:
Theago Loco – vox
João Paulo – guitarra
Piu – guitarra
Kabello – baixo
Natinho – bateria


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