Within Temptation lança single inédito após quatro anos

Within Temptation lança single inédito após quatro anos

Os holandeses do Within Temptation finalmente trouxeram novidades para os fãs após quatro anos do último trabalho de inéditas, Hydra (2014). O single The Reckoning, foi lançado nesta sexta feira, 14, e é faixa componente do próximo álbum a ser lançado no dia 14 de dezembro deste ano, intitulado Resist. A música já está nas plataformas de stream e também conta com um lyric video, que está no final da matéria.

Para o single, a banda apostou numa faixa interessante que segue a mesma linha sonora de The Unforgivin e Hydra, muito diferente de seus antecessores, que trilhavam os caminhos do Symphonic Metal. Atualmente a banda se intitula como um Rock Sinfônico, muito mais para Rock do que “Sinfônico” na verdade, e eu diria que o que ainda preserva a essência do grupo são os vocais doces de Sharon den Adel, que apesar de ter abandonado alguns elementos líricos (ao menos até aqui), evoluíram bastante com o passar do tempo e forjaram a sonoridade do Within Temptation tal como é hoje.

O single conta com Jacoby Shaddix, vocalista do Papa Roach, e prova que o pessoal não cansa de inovar no quesito participações especiais, vide a presença do rapper Xzibit em Hydra. A faixa não mostra todo o poder de fogo do grupo mas é bem agradável, bem construída, possui alguns elementos muito bacanas e para mim, que sou fã de carteirinha, não decepcionou! Muitos fãs deixam de acompanhar quando suas bandas favoritas mudam muito seu tipo de som, mas pelo que percebo, a base de fãs do WT continua forte e muito satisfeita com o que eles tem apresentado.

Sobre Resist, além da faixa lançada, a capa nos remete muito ao futurismo, então acho que podemos esperar bastante deste tema!

A evolução deles até aqui tem sido muito criativa e se adaptado bem à essa leva mais moderna de Rock e Metal sem deixar de serem “eles mesmos”, o que particularmente acho ótimo. É preferível inovar do que insistir em um caminho que não faz mais sentido para os músicos. E o Within tem feito isso com maestria.

Confira o novo som!

De quebra, a banda anunciou uma série de datas para a tour européia, muitas com sold out. Eu escutei América do Sul?? Dedos cruzados!

 

ThamyMoon, 26 anos, Metalhead/Góteca (haters gonna hate) e a personalidade de uma gata persa: Socializo quando eu quero, gosto de dormir e me ganham facilmente com comida. Impaciente, curiosa, prefiro escrever do que falar e mais do que ambos, beber. Mas não tema, dentre marrentisse, ego inflado e talentos escondidos, sou um doce de pessoa. Uma persa completa.

Estamos no Heavy Talk!!

Estamos no Heavy Talk!!

Nesta semana, no dia 6 para ser exata, comemora-se o Dia Mundial pela Igualdade Feminina. O que muitos consideram como frescura ou mimimi, certamente não o é para quem sofre com desrespeito e abusos quase diariamente. Isso existe em todas as esferas da sociedade e no Heavy Metal não é diferente. Pensando nisso o respeitadíssimo canal Heavy Talk convidou está que vos fala, junto com a Iza Rodrigues, para comentar um pouco sobre o assunto no que tange ao nosso universo.

Confiram:

E se você gostou, não esqueça de dar like no vídeo, se inscrever no canal e seguir o Heavy Talk nas redes sociais também!

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https://www.instagram.com/heavytalkoficial/

ThamyMoon, 26 anos, Metalhead/Góteca (haters gonna hate) e a personalidade de uma gata persa: Socializo quando eu quero, gosto de dormir e me ganham facilmente com comida. Impaciente, curiosa, prefiro escrever do que falar e mais do que ambos, beber. Mas não tema, dentre marrentisse, ego inflado e talentos escondidos, sou um doce de pessoa. Uma persa completa.

Vocalista Johan Langquist está de volta ao Candlemass

Vocalista Johan Langquist está de volta ao Candlemass

Um dos pioneiros do Doom Metal mundial, a banda sueca Candlemass, anunciou em suas redes sociais na semana passada o retorno do antigo vocalista Joahn Langquist, responsável pela gravação do icônico debut Epicus Doomicus Metallicus (1986).

O anúncio pegou todos de surpresa, já que a mudança acontece no meio das gravações do novo álbum, previsto para sair ano que vem. Mats Léven, que estava nos vocais desde 2012 publicou uma nota agradecendo pelos anos junto ao grupo e se despendindo do público, no entanto sem esclarecer o motivo da saída.

Por sua vez, a banda declarou “Nós queremos encontrar o caminho de volta às raízes do Candlemass, voltar à alma e essência da banda. Johan Langquist está de volta e nós esperamos que isso nos dê uma nova energia e impulsione o coração do doom novamente. Não sabemos se isso vai durar dez ou cinco anos, mas se nos ocasionar apenas mais um ano de diversão, tocando a musica que tanto amamos, será incrível! O circulo está fechado, Johan está de volta! Novidades em breve”.

Nesta terça feira, 4, o grupo publicou em seu Instagram um vídeo de ensaio com o “novo” cantor e anunciou que os próximos shows contarão com Johan nos vocais, ressaltando que o setlist será muito voltado ao debut de 1986 e demais trabalhos antigos.

Uma ótima notícia para aqueles que, como eu, sentia falta do estilo tão peculiar de Johan, também muito parecido com o de Messiah Marcolin, conhecido principalmente pelo clássico Bewitched. Quem mais ficou ansioso por uma turnê brasileira, para ontem?!

Fique por dentro das novidades do grupo:

www.facebook.com/candlemass/
www.instagram.com/candlemass_sweden/

ThamyMoon, 26 anos, Metalhead/Góteca (haters gonna hate) e a personalidade de uma gata persa: Socializo quando eu quero, gosto de dormir e me ganham facilmente com comida. Impaciente, curiosa, prefiro escrever do que falar e mais do que ambos, beber. Mas não tema, dentre marrentisse, ego inflado e talentos escondidos, sou um doce de pessoa. Uma persa completa.

Decades World Tour do Nightwish passa por São Paulo em setembro. Confira as melhores faixas do grupo que podem estar (ou não) no setlist!

Decades World Tour do Nightwish passa por São Paulo em setembro. Confira as melhores faixas do grupo que podem estar (ou não) no setlist!

Para muitos fãs do conturbado, porém sempre ótimo grupo finlandês, uma das melhores decisões que Mr. Holopainen tomou nos últimos anos foi lançar o best of Decades e por consequencia a turnê desta compilação, que conta com clássicos absolutos da era de ouro (ou da era de Tarja, como preferir) do Nightwish, entre outros trabalhos mais recentes. A outra melhor decisão foi ter contratador a Floor, obviamente.

Duvido que a essa altura alguém não saiba o que está acontecendo mas para os desavisados: Em menos de um mês o grupo vai desembarcar no Brasil com diversas datas sul-americanas dessa turnê que tem movido céus e terra e enloquecido os fãs mais fervorosos. Exemplo disso é a data em São Paulo no Tom Brasil (28/09) que deu sold out.

A promessa dos shows é trazer os melhores clássicos do grupo interpretados pela belíssima Floor Jansen, que acompanha a banda desde 2013 e conta com um álbum gravado até agora, o Endless Forms Most Beautiful (2015).

E se você, assim como eu, tem feito de Nightwish a sua religião para estar com todas as canções na ponta da língua ou simplesmente quer conhecer um pouco mais do som antigo do grupo, confira as melhores faixas que na minha opinião deveriam constar nesse set list, separadas por álbum

Angels Fall First (1997):

O debut muito amado pelos fãs, a principio não muito bem recebido pela crítica, foi um sucesso de vendas e ganhou Disco de Ouro na Finlândia. O single The Carpenter também alcançou ótimas posições nas paradas finlandesas e ao final do ano, o disco figurava entre os 31 discos mais vendidos no país. Sem contar que rendeu videoclips no minimo curiosos. Deste, destacam-se as faixas:
Elvenpath
The Carpenter
Astral Romance
Angels Fall First
Tutankhamen

 

Oceanborn (1998)

Segundo a biografia oficial do grupo, dores de parto foram sentidas para conceber este que trouxe fama internacional à banda. O mais trabalhoso disco para os jovens músicos de Kitee em termos de gravação. Toda a grandiosidade que encontramos neste material foi conseguida a base do choro. Bom, acho que valeu a pena. A crítica mudou completamente o tom do seu discurso e o trabalho chegou ao quinto lugar nas paradas. Aqui, as obrigatórias são:

Stargazers
Devil & The Dark Deep Ocean
Passion And The Opera
The Pharaoh Sails to Orion
e é claro, Sleeping Sun

 

Wishmaster (2000)

Os anos 2000 trouxeram a maturidade que ainda faltava e o reconhecimento internacional que ja havia começado com o álbum anterior simplesmente explodiu. A turnê Wishmaster World Tour rodou por diversos países e na apresentação de Tampere, na Finlândia, foi gravado o DVD From Wishes To Eternity, material obrigatório na coleção de qualquer fã. Aqui ainda era possivel sentir muita influencia do power metal, principalmente na lírica, porém novos temas como sociedade, relações e assuntos pessoais começaram a surgir, a exemplo de The Kinslayer, que versa sobre o Massacre de Columbine e Dead Boy’s Poem, algo como uma carta escrita pelo próprio Tuomas sobre qual mensagem ele gostaria de deixar caso morresse no dia seguinte. Neste tracklist se atente às:

She Is My Sin
The Kinslayer
Come Cover Me
Wishmaster
Deep Silent Complete
Dead Boy’s Poem
Sleepwalker.

Uma curiosidade sobre Sleepwalker: A canção foi escrita para a participação do grupo no concurso Eurovision (algo como o The Voice atualmente) e a banda entrou nessa apenas por diversão. Eles consideram esta como uma de suas piores faixas entretanto, chegaram à final do concurso e apenas não venceram por uma confusão na computação dos votos. E a música é incrível.

 

Century Child (2002)

Consagração. Nenhum adjetivo poderia melhor definir esta fase. Agora com o baixista e vocalista Marco Hietala, o grupo finalmente encontrou a fórmula perfeita para o sucesso e o Nightwish consolidou sua personalidade, que é adorada até hoje. Desnecessário citar o desempenho nas paradas e premiações que a essa altura somavam dezenas. Confira os destaques:

Bless The Child
Dead To The World
Ever Dream
Slaying The Dreamer
The Phantom Of The Opera
Beauty Of The Beast
Lagoon

 

Once (2004)

O começo do fim. Fama, prêmios, reconhecimento. O Nightwish tinha se tornado um fenômeno na Finlândia e a nível mundial. Uma legião de fãs ao redor do globo enlouquecia com aquela sonoridade tão singular, visceral e poética. Uma pena que diversos fatores contribuíram para o fim disso tudo e o rompimento com a icônica vocalista. Antes disso, a constante evolução do grupo latente no presente disco os levou mais um nível acima e o clip do carro forte Nemo foi o mais pedido na MTV, para muitos (vulgo eu), o primeiro contato com a música da banda, e isso mudou a minha vida. Sem exageros. Não espere nada parecido com o que você ouvi até agora, com as canções:


Dark Chest Of Wonders
Wish I Had An Angel
Planet Hell
Creek Mary’s Blood,
Ghost Love Score
Koulema Tekee Taiteilijan

Sem Nemo? Sim queridos, sem Nemo. A canção pode ser um hit e eu adoro ela, mas está longe de ser uma das melhores do grupo, sorry.

 

Dark Passion Play (2007)

Anette Olzon, ame-a ou deixe-a. Eu lembro até hoje da cara que fiz quando escutei o single “Eva”, anunciado como primeiro trabalho com a nova vocalista. Foi no minimo… chocante. Longe de mim criticar a cantora, ela é uma profissional, mas definitivamente não foi feita para o Nightwish. Por conta disso o relacionamento entre fãs e banda sentiu suas bases tremerem após essa escolha do ecêntrico Mestre Tuomas. De qualquer forma, o trabalho do grupo não perdeu grandeza e com um pouco de esforço todos podemos reconhecer a virtude dele. Mesmo porque agora ficou mais fácil de cantar… haha!

The Poet and the Pendulum
Bye Bye Beautifil
Cadence of Her Last Breath
The Islander
7 Days To The Wolves
Meadows Of Heaven

 

Imaginaerum (2011)

Particularmente nessa época eu parei de acompanhar o Nightwish e voltei apenas quando a Floor assumiu os vocais, mas ao que parece o álbum não deixou de ser um sucesso nas paradas mundo à fora e a banda foi além, lançando um filme homônimo. Mas não dá para deixar de gostar das seguintes faixas (ainda mais agora cantadas pela minha Golem holandesa favorita):

Storytime
Ghost River
I Want My Tears Back
Last Ride Of The Day
Song Of Myself

 

Endless Forms Most Beautiful (2015)

Finalmente o ultimo lançamento do grupo, com Floor no controle dos vocais. Um trabalho que dividiu opiniões. E eu concordo com ambas. Por um lado, muito pouco das habilidades e potência vocal foram exploradas e isso foi um pouco frustrante. Por outro, tivemos o primeiro álbum conceitual do grupo, cujo tema, a evolução da vida e das espécies (algo que considero fascinante!) foi abordado de forma extremamente inteligente e poética, à maneira de Tuomas Holopainen. Ou seja, ficou genial. E em termos gerais, foi mais um grande sucesso. Vale ressaltar a faixa com duração épica de vinte minutos, algo inédito e que resultou numa verdadeira obra prima!

Shudder Before the Beautiful
Yours Is an Empty Hope
Our Decades in the Sun
The Greatest Show on Earth

Ufa! Chegamos ao fim. Quarenta e seis músicas ao todo consideradas por essa repórter como as melhores de uma carreira de mais de vinte anos… Bom, ficou uma média até que ok, certo? E sim, pode parecer egocêntrico da minha parte mas eu adoraria ver um setlist com todas elas. Espero que tenham curtido e se divirtam, cantem ou chorem (ou todas as anteriores) ouvindo essa playlist.

ThamyMoon, 26 anos, Metalhead/Góteca (haters gonna hate) e a personalidade de uma gata persa: Socializo quando eu quero, gosto de dormir e me ganham facilmente com comida. Impaciente, curiosa, prefiro escrever do que falar e mais do que ambos, beber. Mas não tema, dentre marrentisse, ego inflado e talentos escondidos, sou um doce de pessoa. Uma persa completa.