Dicas de como usar camiseta de banda

Dicas de como usar camiseta de banda

Em dúvida de como compor um look legal utilizando camisetas de banda?


– Goste da banda;
– Use  o tamanho, cor e modelo que você achar melhor;
– Posso usar a camiseta do namorado?  Use até a da sua avó, mas goste da banda;
– Tem que customizar? Só se você quiser;
– Dá pra usar com shorts? Saia? Jeans? Legging? Dá pra usar até sem nada, mas goste da banda;
– Gordinha, baixinha, magra, alta…pode usar? Todos podem, contanto que gostem da banda;
– Pode usar com sapato de salto alto? Não só de salto, mas de tênis, de chinelo, descalça e tudo mais, mas goste da banda;
– Não curto Rock mas achei bonito. Usa, ué. Quem sou eu pra cagar regra no que você usa, não é mesmo.
Esse post é só mais uma zueira. Não leve tudo tão a sério!

Imagem retirada da fanpage Na Mira da Moda

como usar camiseta de banda
E o povo que acha que Jack Daniels é uma banda?

LEIA TAMBÉM: O Rock está na moda


 
ExpoMusic 2013

ExpoMusic 2013

ExpoMusic 2013


Essa semana acontece a já tradicional feira de música aqui em São Paulo, a ExpoMusic, e eu fui lá conferir e registrar em fotos o que tem de legal esse ano!
A feira é aberta ao público (ingresso R$20,00) nos dias 20, 21 e 22 e a programação com bandas de Metal é a seguinte:



Dia – 20/09 (Sexta-feira)
16h – Aquiles Priester (Hangar) – Xtreme Ears
17h – Gustavo Di Padua (Almah) – Santo Angelo
18h – Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli (Angra) – Musical Express
20h – MindFlow – Eagle 
20h – Pitchu Ferraz (Nervosa) – Orion Cymbals
20h – Gus Conde (Odum) – Sonotec

Dia – 21/09 (Sábado)
13h – Aquiles Priester (Hangar) – Musical Express
14h – Edu Ardanuy – Audio Premier
14h – Noturnall (ex-Shaman)
15h – Korzus – Music Hall
16h – Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli (Angra) – Musical Express
17h – Edu Ardanuy e convidados – Music Hall
17h – Aquiles Priester (Hangar) – Harman
17h – Gustavo Di Padua (Almah) – Santo Angelo
18h – Marcelo Barbosa (Almah) – Santo Angelo

Dia – 22/09 (Domingo)
11h – Aquiles Priester (Hangar) – Music Hall
13h – Aquiles Priester (Hangar) – Harman
14h – Edu Ardanuy (Dr. Sin)- Audio Premier
14h – MindFlow – Music Hall
15h -Marcelo Barbosa (Almah) – Santo Angelo
17h – Kiko Loureiro (Angra) – Music Hall

Lembrando que esses são os artistas que vão fazer alguma apresentação. Terão muitos outros músicos circulando por lá 😉

ExpoMusic 2013
Expo Center Norte
Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme

ExpoMusic 2013
ExpoMusic 2013
ExpoMusic 2013

ExpoMusic 2013
ExpoMusic 2013

ExpoMusic 2013
ExpoMusic 2013

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ExpoMusic 2013
ExpoMusic 2013ExpoMusic 2013

Instincted “O Heavy Metal precisa de renovação há muito tempo”

Instincted “O Heavy Metal precisa de renovação há muito tempo”


















Fugindo do esteriótipo de bandas como o Rammstein e correlatas, a Instincted, banda que surgiu entre amigos em 2009, utiliza a música eletrônica de uma forma singular e bem dosada, mesclando-a ao Heavy Metal.


Já falei um pouco da Instincted no post sobre Metal Não Convencional, e agora vocês podem conferir uma breve entrevista que fiz com a banda, juntamente com o pessoal do Meavy Hetal.

Como surgiu a ideia de mesclar música eletrônica com Metal e em qual estilo vocês encaixam a Instincted?
Rogério Fergam –  Eu curto muito Heavy Metal, mas também curto muito música eletrônica. Principalmente o Dubstep e o  PsyTrance. Os timbres, o peso que eles usam.
Em relação ao qual estilo a Instincted se encaixa, é difícil falar porque todo mundo que ouve sempre acha parecido com alguma coisa. Nós já fomos chamados de “Progressivo Eletrônico”, “Rock Eletrônico”, “Metal Progressivo”, de “Heavy Metal” simplesmente.
É um pouco clichê dizer que nós não gostamos de rótulos.

Rafael Sousa –  Na verdade, nós compomos sem a pretensão de ter um rótulo.

Rogério Fergam –  A ideia é justamente fazer música sem se preocupar com nada. Eu curto pra caramba música eletrônica, então vou colocar. A única coisa que eu não quero, apesar de gostar muito de Nine Inch Nails e Rammstein, é soar como essa área mais dark e obscura do eletrônico. A Instincted não segue receitas.

Quais as principais influências para compor as letras das músicas?
Rogério Fergam –  Eu sempre gostei muito de Legião Urbana e pra mim não tem ninguém que escreva melhor que ele (Renato Russo). Nunca gostei muito, apesar de ter passado por uma fase assim, daquela coisa ‘Iron Maidenzísta’, de “Vou contar a história de algo” e etc. Eu sempre gostei de músicas mais pessoais.
Eu tive uma época que gostava muito de Rhapsody e adoro ainda o Blind Guardian, que fala sobre coisas fantasiosas. Porém, o Blind Guardian mistura fantasia com real e isso eu acho interessante. 
Eu sempre quis fugir dessa parte de fantasia do Heavy Metal. Acho que isso  de começar a escrever coisas mais pessoais veio com o New Metal, só que esse estilo reclama demais da vida, eu não queria nem ser o extremo de um e nem do outro. 

Fabio Carito – Eu acho que as letras que o Rogério escreve deixa uma livre interpretação.

Rogério Fergam – Eu tento deixar assim. Nunca gostei de letras muito diretas, sempre gostei de simbologia, coisas metafóricas, pois deixa o entendimento mais abrangente.

No nosso país há uma dificuldade em aceitar essa mistura de Metal com música eletrônica. Existe público pra Instincted no Brasil?
Rogério Fergam – É difícil falar se tem público ou não. Como todos os estilos musicais em si, tem a parte boa e a ruim e eu nem acredito muito nisso, porque é uma opinião. Eu acho ruim o que o outro acha bom.
O que a gente tenta fazer é popularizar um pouco mais o estilo. O Heavy Metal está muito fechado nas bandas que já existem há um tempo, como o Sepultura e o Angra. Eu acho que o Heavy Metal precisa de renovação há muito tempo, desde os anos 90.
O diferente não pode ser “Esse riff de guitarra está um pouquinho diferente, mas o resto da música é normal”. Não. O diferencial tem que ser gritante pra pessoa notar na hora.
Nós não somos uma banda de Black Metal, de Doom, de Metal Melódico. A gente não se encaixa. Por não seguirmos uma linha de raciocínio, já recebemos críticas ruins do pessoal que é mais fechado.

Fabio Carito – É uma questão de tempo. Eu mesmo,  quando o Rogério veio com essa ideia foi um pouco difícil de digerir, mas com ensaio e muita conversa a gente acabou acostumando.

Roberto Santos – Eu mesmo lutei por meses. Quando eles me chamaram pela primeira vez pra entrar na banda e o Fabio me disse que eles misturavam Metal com eletrônico, já criei um bloqueio. Já ouvi sabendo que não ia gostar e não dei oportunidade, só quando eu vi o show que mudei a visão, achei legal e aceitei o convite.





Qual foi o pensamento por trás do ensaio fotográfico do EP “…Is All That I Am”?
Fabio Carito – O conceito das fotos também tem a ver com o nome da banda. Eu tive a ideia do nome’ Instincted’.
O que eu tinha pensado desde o começo é por causa da psicanálise. Freud explica que a consciência humana é dividida em três estágios: O ID, o ego e o superego e nós queríamos aliar essa parte de fazer um som sem fronteiras, acabamos optando pela parte do instinto.
Rogério Fergam – E nas fotos nós estamos de camisa de força, porque já é ligado ao ID. Como o ID é o estado da consciência humana que não tem controle, resolvemos fazer as fotos com as camisas de força abertas, sem estar ninguém preso, como se fosse o ID, sem controle. Esse foi o conceito básico.


Quais são as maiores dificuldades que vocês enfrentaram até agora?
Rogério Fergam – Grana. Sempre grana.

Fabio Carito –  É a realidade com as bandas de Metal. A gente não tem como largar tudo pra se dedicar 100%.

Rogério Fergam – Nós arcamos com tudo.  
Gastamos com a gravação e prensagem do EP e as pessoas sempre perguntam o porque resolvemos fazer a versão física. O EP foi um romance nosso. Fizemos com a estrutura de CD, com encarte e tudo mais. Era algo que a gente queria e também é mais fácil pras pessoas conhecerem a Instincted. É um cartão de visita.


Quais são os planos pra Instincted agora?
Roberto Santos – Vamos dar continuidade ao que já vem sendo feito, a divulgação do “…Is All That I Am”, já temos algumas músicas novas e daqui a pouco já será a hora de começar a gravar novamente.
Rogério Fergam – Nós tivemos alteração na formação da banda. O Marcelo Bernat (guitarra) saiu, e nós estamos reestruturando tudo agora com uma única guitarra. Até pensamos em chamar outro guitarrista, mas preferimos nos tornar um quarteto.
Vamos reestruturar as músicas e trabalhar nas novas composições.


Curtiu? Baixe o EP gratuitamente no Site Oficial da Instincted

INSTICTED

Rogério Fergam – Voz

Fabio Carito – Baixo
Rafael Sousa – Guitarra

Roberto Santos – Bateria

Insticted – Facebook




Quer ganhar o “…Is All That I Am” da Instincted? Fique de olho na fanpage do Menina Headbanger que em breve tem sorteio por lá! 😉
instincted - is all that i am

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Conheça outras bandas com sonoridades diferentes acessando o post Metal Não Convencional

Metal Não Convencional

Quando pergunto às pessoas o que elas acham que falta no Heavy Metal atual, as respostas quase sempre giram em torno da “inovação”, “originalidade” e “criatividade”.
Curiosa como sou, sempre estou à procura de bandas que incluam novos ritmos, temáticas e culturas em sua música.
Cansado (a) da mesmice? Divirta-se com essa pequena lista de bandas que incorporam diferentes linguagens em sua sonoridade.
Deixarei as bandas mais perturbadoras de Avant-Garde para outro post 😉

ARANDU ARAKUAA
Metal com vocais limpos e guturais, aliados a música indígena e com letras cantadas em Tupi antigo. Uma grata surpresa para o Metal Nacional. 

País: Brasil
Estilos: Metal / Música Indígena
Site OficialFanpage



DYNAHEAD

Banda que mora no meu coração
Já em seu terceiro álbum, o Dynahead é um quebra cabeça. 
É Thrash, Death, Prog. Tem músicas com influências de Jazz, outras com trechos de Bossa Nova e até a que começa Doom e de repente vira Samba (!). 
Dynahead é isso, é diversidade!

País: Brasil
Estilos: Thrash / Prog Metal

 

Resenha do álbum “Youniverse” e do “Chordata I”




CANGAÇO
Já é sabido que existem bandas que integram a música brasileira ao Heavy Metal, porém em sua boa parte são bandas de Power e Metal Melódico (vide Angra, Aquaria etc.). Os pernambucanos do Cangaço misturam ritmos regionais com  Thrash e Death Metal e ainda cantam em português.

País: Brasil
Estilos: Thrash / Death / Forró / Baião / Maracatu





INSTINCTED

Se você gosta de música eletrônica, mas está cansado (a) da forma como ela é comumente empregada no Rock e Metal, a Instincted é uma boa opção. 
Você tem “medo” da mistura de música eletrônica com Metal? Tranquilize-se, aqui não há exageros!

 

País: Brasil
Estilos: Metal / Eletrônico





FANTTASMA

Mais uma grata surpresa do nosso país, o Fanttasma é um projeto que reuniu diversos músicos (incluindo um saxofonista) em seu primeiro álbum “Another Sleepless Night“.
A faixa “Life Is War” traz nos vocais Áscaris (Imperium Infernale) e Fernanda Lira (Nervosa), cantando de uma forma muito diferente do que estamos acostumados a ouvir.


País: Brasil
Estilos: Metal / Doom / Blues 
Site Oficial | Fanpage



TO-MERA

O To-Mera é uma banda inglesa na ativa desde 2005 e que faz uma mistura pouco vista: Metal com pitadas de Jazz, flertando com o Gothic e Doom. 
Som cadenciado e denso e com vocal feminino.
País: Inglaterra
Estilos: Metal / Gothic / Jazz / Prog




AL-NAMROOD

O Al-Namrood é uma banda de Black Metal com fortes influências de música Folk do seu país de origem, a Arábia Saudita, além de cantarem em sua língua nativa.
País: Arábia Saudita
Estilos: Black Metal / Música Árabe




ORPHANED LAND
Muitos talvez já conheçam, o Orphaned Land é uma banda israelense (creio que uma das poucas daquela região) que mistura a música pesada com ritmos típicos da região do Oriente Médio.
País: Israel
Estilos: Metal / Folk



FANTÔMAS

Bandas de Avant-Garde sempre soam estranhas na primeira audição. Abra-se para o novo!
O Fantômas é um projeto formado por músicos já bem conhecidos no meio do Rock e Heavy Metal (Mike Patton, Dave Lombardo, Buzz Osborne e Trevor Dunn) e tem uma sonoridade, no mínimo, caótica.
País: EUA
Estilos: Avant-Garde



HIDDEN IN THE FOG
Progressive Black Metal“, sim, toda a complexidade do Prog chegou até um dos estilos mais fechados da música pesada. Em alguns momentos parece se tratar de uma banda comum de Black Sinfônico, mas a diversidade do Hidden In The Fog vai muito além.

País: Alemanha
Estilos: Black Metal / Prog


ABADDON
Existem umas dez (ou mais) bandas com o nome de Abaddon, de diferentes estilos.
Abaddon que falo hoje é uma banda que mescla Black e Death Metal com sinfonias, vocais guturais e limpos que remetem ao Gothic Rock. Além do visual andrógino, raramente utilizado por bandas de Metal Extremo.

País: Noruega (?)
Estilos: Black / Death / Gothic


Eloa Vadaath

Banda italiana que mescla Death Melódico e Prog Metal, com vocais limpos e guturais, além de atmosferas típicas do Avant-Garde, quebras de andamento e alguns coros que remetem ao Power Metal. Ecléticos, não? 

País: Itália

Estilos: Avant-Garde / Progressive Death Metal
Fanpage



Essa é uma PEQUENA LISTA. 

Conhece outras bandas diferentes? Deixe nos comentários, quem sabe rende outro post? 😉

Juliana Rossi interpretando músicas do Nightwish

Juliana Rossi interpretando músicas do Nightwish

Juliana Rossi, ex vocalista do Ravenland e atual Sattva Rock, esporadicamente faz pocket shows nas estações de metrô de São Paulo. 
Na última sexta-feira, 02, a cantora interpretou na Estação Paraíso, clássicos dos finlandeses do Nightwish.
Eu sou fã assumida da fase antiga do Nightwish, creio que um dos álbuns que mais ouvi na vida foi o “Wishmaster” (E o “Oceanborn“, e o “Century Child“, enfim rs) e acompanho o trabalho da Juliana desde em que ela tinha uma banda cover de Nightwish, há um tempão atrás.


O show ainda teve participações da Juliana Novo (Crucifixion Br) cantando “Nemo”, Raphael Dantas em “Wish I Had An Angel” e “Beauty and The Beast” e Flávia Mornietari, (HellArise) em “Slaying the Dreamer”, performance essa que você confere no vídeo abaixo.

Juliana Novo, Raphael Dantas, Juliana Rossi e Flávia Mornietari
Ganhe um ensaio fotográfico profissional

Ganhe um ensaio fotográfico profissional

 
PROMOÇÃO ENCERRADA



Alguma Menina Headbanger quer ganhar um ensaio fotográfico profissional? Sem pagar nada?

É fácil!
 
Curta a fanpage da Edi Fortini Fotografia
Entre no link e clique em “Quero Participar” 
 
A promoção começa dia 03/07 e vai até o dia 14/07 (domingo)
O resultado será divulgado no dia 15/07 (segunda-feira)
 
Ensaio fotográfico externo;
20 a 30 fotos com tratamento básico, enviadas em DVD por Correios;
O ensaio será feito na cidade de São Paulo;
Pode ter até 2 trocas de figurino;
Caso a pessoa queira um acompanhante no ensaio, também é possível.
 
Conheça o trabalho da fotógrafa Edi Fortini